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Surf-Social : Deficientes visuais praticam surf na Praia da Atalaia
Enviado por diretoria em 13/07/2010 23:22:29 (104 leituras)
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O surf é um esporte que exige muita observação, é necessário observar o mar, as ondulações, os outros surfistas, os banhistas, o vento e a correnteza. A movimentação da água nunca é a mesma, às vezes mais calma, outras nem tanto. A cada momento da onda, se tem a necessidade de um posicionamento específico. O movimento do corpo, juntamente com a prancha, usada de forma harmoniosa e o mar, torna o surf um dos mais belos espetáculos.

Jailson Fernandes, fundador da Associação Escola de Surf Amigos da Atalaia, conta que quando era jovem, tinha muita vontade de aprender a surfar. Mas enfrentou muitas dificuldade para encontar uma escola para orientá-lo e por não ter nenhum equipamento. Os anos se passaram e Jailson tornou-se um surfista e também começou a fabricar pranchas. E foi por causa das dificuldades que passou, há alguns anos, que em 2005 teve a ideia de fundar uma escolinha gratuita de surf na Praia da Atalaia para crianças: Escola Amigos da Atalaia. Quando as aulas iniciaram, a supresa foi grande: os mais interessados em aprender o esporte, foram os adultos.

A escola:

A escola de surf gratuito para a comunidade, teve a necessidade de se tornar Associação, para assim, possibilitar a realização de convênios com entidades públicas e privadas. As parcerias são formadas quando há a necessidade de compra de equipamentos. “Neste ano não temos convênio porque já temos as lycras, as roupas térmicas e as pranchas”, explica Fernandes. Quando a vida útil dos equipamentos encerrar, as parcerias poderão ser realizadas. A Associação fornece todo os equipamentos para os alunos e aulas de surf em troca de 1Kg de alimento por aula. “Nossa intenção é apresentar o esporte, não vamos ensinar manobras radicais”, acrescenta Jailson.

Como surgiu o projeto para deficientes:

A Associação Escola de Surf da Atalaia, está envolvida constantemente com esportes náuticos da cidade. “Eles nos chamam para fazer a segurança dos eventos”. E em um desses eventos, em 2007, numa travessia à nado, entre a praia de Cabeçudas e Atalaia, Jailson guiava o atual Vereador Marcelo Werner, deficiente visual. “No meio do trajeto, disse à ele de brincadeira, para participar da escola de surf, para minha surpresa ele aceitou”. Na semana seguinte as aulas para deficientes visuais começaria. “Foi uma semana que eu não dormi direito, porque eu nunca tinha dado aula para deficientes visuais”. Jailson conta que os instrutores e os demais alunos se surpreenderam, “eles seguem a risca tudo o que a gente diz, são obedientes e têm muita facilidade para aprender”.Assim que o instrutor Jailson começou a dar aulas, conta que um aluno deficiente visual declarou: “interessante, eu não sabia que o surf era em pé”.

Até hoje passaram pela Associação 2500 alunos convencionais e 12 deficientes visuais. Jailson, declara que pelo menos dez alunos deficientes aprenderam mais rápido o surf do que os 2500 alunos. “Sem contar que a gente aprende com eles, além de prestarem a atenção em tudo, os sentidos são muito mais apurados. Eu só narro e eles executam”. Jailson acredita que a sociedade e até mesmo a família impõem barreiras na vida dos deficientes visuais. “Já teve aluno que veio de ônibus sozinho de Brusque para a aula, é só acreditar neles e incentivar, a vida deles pode ser normal”.

Aberta para a comunidade e deficientes visuais, a escola conta com oito voluntários, no verão este número aumenta. O máximo de alunos em um domingo de aula, foram 75. No inverno, cerca de 20 alunos frequentam as aulas. Os instrutores são rigorosos com os horários, os participantes devem estar antes das 9 horas para o início das aulas de domingo. A escola contribui também, para o turismo do município. Pessoas de todos os lugares vêm prestigiar as aulas. Segundo Jailson, até pessoas de outros países.

Quebra de record mundial de surf para cegos

Em 2009 a Associação de Surf da Atalaia realizou um evento, onde a Escola estabeleceu uma marca de 7 surfistas cegos surfarem a mesma onda na mesma prancha. A marca foi alcançada. No domingo (27), às 10 horas, será realizado a tentativa da quebra deste recorde estabelecido pela Associação. Fiscalizadores do ranking Brasil, comparecerão ao evento. Para a nova marca serão necessários pelo menos 8 surfistas cegos. Segundo Jailson se for atingida a meta, este dado será incluso no Guinnes Book, livro dos recordes, em comemoração aos 150 anos de Itajaí.“A intenção é para que as outras associações se interessem também na raealização desses eventos. Quem mais se beneficia com isso, é o deficiente visual”.

Neste mesmo dia será realizado também, um surf treino, que está aberto para toda comunidade. Serão duas categorias: o Long Board Open e Open pranchinha, com premiação de um Long Board e uma roupa de borracha respectivamente para as categorias, mais troféus. O treino será realizado depois da tentativa de quebra do recorde.

Fonte: www.jornaldosbairros.tv

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Surf-Social : Escolas de surf incluem esporte na vida de crianças e jovens
Enviado por diretoria em 08/07/2010 23:08:17 (243 leituras)
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Por Catavento, organização integrante da Rede ANDI Brasil no Ceará
A menina Larissa dos Santos, de 11 anos, acabou de vencer o Circuito Petrobrás de Surf, realizado na praia do Tombo em Guarujá-SP. Além do título na categoria “Grommer”, até 12 anos, a atleta desbancou outras competidoras mais experientes e conseguiu o vice-campeonato na categoria infantil com atletas de até 16 anos.

Assim como Larissa, outros atletas de destaque no surf cearense passaram pela escolinha de surf do Titanzinho, no Bairro Serviluz, em Fortaleza. “O Titanzinho tem as melhores ondas para treinamento de Fortaleza. As ondas grandes e fortes daqui deixam os atletas mais preparados para os circuitos nacionais”, expõe Flávio Sukita, pai de Larissa, também surfista e professor de surf da escolinha do bairro.

Larissa cursa a 6ª série na escola municipal Profº Álvaro Costa e, se depender da família, vai precisar se esforçar para conciliar estudo e esporte. “O esporte é muito bom para minha filha, mas a vida de um atleta é curta. O estudo é algo que ninguém pode tirar dela, é para sempre. Quero que ela tenha oportunidades que não tive”, explica Flávio. É necessário lembrar que o esporte e o lazer são direitos assegurados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) no Artigo 59 que afirma: “Os municípios, com apoio dos estados e da União, estimularão e facilitarão a destinação de recursos e espaços para programações culturais, esportivas e de lazer voltadas para a infância e a juventude.”
No Rio de Janeiro, o projeto Favela Surf Club, também mantém uma escolinha que acolhe cerca de 180 crianças e adolescentes a partir de seis anos de idade, contando com 15 instrutores, todos voluntários. As aulas de Surf acontecem nas praias do Arpoador, Copacabana e Ipanema e as crianças são provenientes das comunidades de Pavão Pavãozinho e do Cantagalo.
Rogério Silva, um dos coordenadores do projeto afirma que o Favela Surf Club contribui, além da aprendizagem do esporte, para outra questão: “Não temos estrutura para formar um atleta, mas contribuímos para a formação cidadã da meninada”. Além da escolinha, o projeto mantém também um galpão para a reforma de pranchas velhas que são reutilizadas nas aulas. Ano passado o Favela Surf Club participou do quadro “Lar Doce Lar”, no programa Caldeirão do Huck da Rede Globo de Televisão e ganhou uma ampla reforma do espaço.
O projeto sobrevive de doações de material de surf usado que é reformado. Uma parte desse material é utilizado pelas crianças e a outra é vendida para pessoas de fora da comunidade, o que garante a sobrevivência do projeto.
Na região Sul, em Balneário Camburiú, Santa Catarina a Escolinha de Surf foi criada em 1997 e é mantida pela Prefeitura da cidade. Só no ano passado atendeu 515 crianças da rede municipal de ensino.
O coordenador do projeto, o professor de educação física Luiz Alessandro Meneghelli explica que as crianças aprendem, além das técnicas de surf, princípios básicos da natação, cuidados com os perigos do mar, sinalização marítima (como bóias e bandeiras), correntes marítimas, etc. “Nosso projeto não visa à competição. É prioritariamente um projeto de inclusão social. A vivência do esporte e tudo que o envolve como socialização e espírito de equipe é o mais importante”, explica Meneghelli.
Mais informações:
Rogério Silva, coordenador do Favela Surf Club - (21) 8806-0669 e contato@favelasurfclub.com.br
Flávio Sukita, professor de surf na escolinha do Titanzinho - (85) 8867 3641 e (85) 8502 9237
Fabrícia Prado, assessora de comunicação da Prefeitura de Balneário Camburiú –

(47) 3267-7000.

Fonte: Portal dos Direitos da Crianca e do Adolescente

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Surf-Social : ACES apoia campanha do GrupoRBS - Crack, nem Pensar - clicRBS 2010
 Enviado por Araguaci em 13/05/2010 01:00:00 (407 leituras)
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Site da campanha Crack, nem Pensa
Grupo ClickRBS, do Sul do país cria campanha onde reúne uma série de depoimentos e fazem parte do site da Campanha “Crack, nem Pensar”.
A Campanha é dirigida à Santa Catarina e Rio Grande do Sul, mas é uma ótima iniciativa para informar a todos os pais e jovens do país com alguma responsabilidade sobre o real perigo do Crack, uma droga muito barata e que vicia de um modo arrasador, tornando o “refém” uma pessoa irreconhecível. No site da campanha existem depoimentos dos visitantes, videos de conscientização, slides e artigos sobre o efeito do Crack no organismo.

Visite o site da campanha "Crack, nem Pensar"

Uma das novidades, este ano, é a adoção de projetos sociais de prevenção ao uso de drogas, especialmente o crack. Sob a coordenação da Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho (FMSS), 20 instituições do RS e SC, localizadas nas 18 regiões de atuação da RBS, serão beneficiadas com uma quantia em dinheiro, dependendo da mobilização de suas comunidades. As doações podem ser feitas por pessoas e empresas no Portal Social (www.portalsocial.org.br).

A ACES apoia esta causa! Entre nessa você também: Crack, Nem Pensar!!


O material acima foi produzido pelo Grupo RBS para "Palestra institucional contra o crack". O roteiro para palestra no arquivo anexado ou no site da campanha.
Multiplique na sua família, na sua comunidade, na sua empresa. Use o .pdf como guia de apresentação e os vídeos-depoimento para ilustrar sua apresentação

Projeto em destaque - Pelo fim do crack - CCEA

Centro Cultural Escrava Anastácia

Divulgação/clicRBS

Meninos do projeto Procurando Caminhos participam do Billabong Pro SC

O Centro Cultural Escrava Anastácia é uma das 20 instituições que está captando recursos aqui no Portal Social para a campanha Crack, Nem Pensar. Clique aqui e faça sua doação!

Artigo Relacionado:
Meninos do projeto Procurando Caminho visitam a Cidade do Surfe e caem na água com atletas

Fonte: clicRBS

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Surf-Social : Meninos do projeto Procurando Caminho visitam a Cidade do Surfe e caem na água com atletas
Enviado por diretoria em 12/05/2010 13:00:00 (248 leituras)
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Ontem foi um dia mais que especial na Cidade do Surfe. Crianças e adolescentes de comunidades carentes de Imbituba e grande Florianópolis em tratamento devido ao uso de drogas e que participam do Projeto Procurando Caminho - Resgatando Vida, do Centro Cultural Escrava Anastácia, estiveram na Praia da Vila para curtir o Billabong Pro SC.

Os meninos para passaram um período na Cidade do Surfe, conversaram com atletas profissionais, participaram de uma sessão de surfe e desfrutaram de toda a estrutura da etapa brasileira do ASP World Tour. Durante o passeio pela Praia da Vila, os meninos receberam as pulseiras e camisetas da campanha Crack, Nem Pensar, do Grupo RBS. Este é o segundo ano que o projeto visita a Praia da Vila.

Os surfistas Teco Padaratz, Fábio Carvalho e Guga Arruda conversaram com os meninos sobre a prática do esporte e falarão da importância de se ter hábitos saudáveis, não consumir drogas, além de darem dicas de como seguir a carreira de atleta.

O Procurando Caminho - Resgatando Vida surgiu do pedido de um grupo de jovens cujos nomes estavam inseridos em uma lista de execução do narcotráfico. Dois deles foram assassinados. A partir daí, o Centro Cultural Escrava Anastácia lançou o projeto para que eles fossem tirados de suas comunidades e levados até a praia para a prática do surfe. Hoje, 107 jovens participam das atividades.

Assim nasceu o Procurando Caminho, ação que oferece a prática do surfe e de outras atividades de aventura como prevenção e opção às drogas e à criminalidade. Outro ponto fundamental é mostrar aos jovens de comunidades empobrecidas da grande Florianópolis que o esporte pode ser uma alternativa e que existe uma chance de superação através dele.

O Billabong Pro SC é uma realização Grupo RBS e Quântica Eventos, com patrocínio de Skol. Apoio do Governo do Estado de Santa Catarina, através do Fundesporte, e da Prefeitura Municipal de Imbituba, Fecasurf, Associação de Surf de Imbituba e da Praia do Rosa. Parceiros de mídia Almasurf, Rede Atlântida FM e SporTV.

O Centro Cultural Escrava Anastácia é uma das 20 instituições que está captando recursos aqui no Portal Social para a campanha Crack, Nem Pensar. Clique aqui e faça sua doação!

Entenda melhor a campanha...

Fonte: Comunicação Portal Social - clicRBS

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Surf-Social : Com o surfe, Teco abre caminho para jovens catarinenses ameaçados de morte
Enviado por diretoria em 30/04/2010 22:00:00 (282 leituras)
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Dono dos direitos da etapa brasileira do Circuito Mundial é padrinho de projeto social que tenta tirar meninos do tráfico de drogas Teco tenta conciliar o projeto do Mundial de Imbituba ao trabalho social em Florianópolis.

Faltava uma semana para o início da etapa brasileira do Circuito Mundial de surfe, em Imbituba. Dono dos direitos da competição, o ex-surfista profissional Teco Padaratz mal tinha tempo para responder os muitos e-mails que lotavam sua caixa de mensagens. Fez questão, porém, de anotar na agenda: "palestra". Os ouvintes eram jovens do Procurando Caminho, projeto que, por meio do surfe, tenta mudar a vida de meninos envolvidos com drogas e até mesmo ameaçados de morte.

O projeto cruzou o caminho de Teco há menos de um ano. Convidado para dar uma palestra, conheceu o trabalho desenvolvido pelo padre Wilson no Centro Cultural Escrava Anastácia. Baseado em números, o seminarista conseguiu convencer o governo de Santa Catarina de que investir na recuperação é uma economia. O custo por cada menino no projeto é de R$ 250,00 - por um presidiário, R$ 1.700.

Com o apoio do governo, o centro cultural aumentou o número de inscritos de 40 para 300. Além de terem aulas de surfe, eles aprendem artesanato – fazem oficina de fabricação de peças de arte com resina, material usado nas pranchas.

- Na primeira palestra, senti uma energia muito forte, um certo medo até. Eles são muito sinistros, mas depois você começa a conhecê-los e vê que são pessoas boas, mas que estão envolvidas em problemas sérios.

Teco visita o Centro Cultural Escrava Anastácia antes do início do Mundial

Teco se viu em um mar desconhecido. Um dos monitores, por exemplo, tinha mais de dez homicídios na ficha criminal. Estava ali trabalhando, remunerado, para dar aula de surfe a gangues rivais. Ele e os alunos não podiam ir a qualquer lugar. Apenas uma praia da cidade tinha permissão para receber as turmas. Pai de duas filhas, Teco entende a precaução.

- Sei que acaba sendo preconceito, mas as pessoas ficam com medo mesmo. São jovens envolvidos com o tráfico. Sempre há risco de haver algum problema.

Autora do artigo: Gabriele Lomba Imbituba, SC

Fonte: GloboEsporte

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Surf-Social : FECASURF, Salva Surf e ACES articulam ações com o Escrava Anastácia
Enviado por diretoria em 01/12/2009 00:30:00 (407 leituras)
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Na última quarta-feira, dia 18, o Projeto Procurando Caminho fez grandes articulações. Atendido pela turma jovem e descolada da Federação Catarinense de Surf, Associação Catarinense das Escolas de Surf e o Salva Surf.

Justificou-se da reunião o Professor Marino Tessari, presidente do Conselho Estadual de Educação Física. Através de ofício ele colocou o CREF à disposição do CCEA (Coordenação de Comunicação Social do Centro Cultural Escrava Anastácia).

Entre as ações que serão costuradas ao Centro Cultural, através do Procurando Caminho, cursos que envolvem o mundo do surf foram as mais discutidas.

“O surf gera não só a prática do esporte. As possibilidades em torno dele são inúmeras, e o Salva Surf pode ser uma capacitação a mais para os jovens de comunidades empobrecidas. Por esse motivo estamos disponibilizando algumas vagas para capacitar jovens que participam do Procurando Caminho para serem profissionais do Salva Surf”, completa Bira Schaufert, coordenador do Salva Surf em Santa Catarina.

O Salva Surf é uma espécie de salva vidas especialista. Eles atende vítimas de afogamento utilizando o Jet ski.

Já Roger Solto Maior, presidente da ACES – Associação de Escolas de Surf de Santa Catarina colocou que “o interessante é gerar trabalhos através da sustentabilidade gerando a esses jovens uma oportunidade de trabalho”.

Fonte: Comunicação CCEA

ACES, FECASURF, SALVA SURF

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Surf-Social : Projeto para o "Fundo Jovem Empreendedorismo"
Enviado por diretoria em 02/10/2009 23:10:00 (194 leituras)

Projeto para o "Fundo Jovem Empreendedorismo".

Este projeto é uma parceria entre o Instituto Ilhas do Brasil, Icom e Aliança Empreendedora e visa buscar jovens com vontade, iniciativa e que queiram colocar seus sonhos em prática.

No dia 07/10 faremos uma apresentação sobre o Fundo Jovem Empreendedorismo aqui no Instituto Ilhas do Brasil, a partir das 19 hs.

Quem tiver interesse, não deixe de participar!

Um grande Abraço a todos!

Mais informações pelo telefone: Cibele (48) 9613-5832 (cibele_dalberton@hotmail.com) Ana (48) 9959-4411 (ana_novelino@yahoo.com.br)


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Surf-Social : Instituto Internacional de Prevenção às Drogas - IIPDROG
Enviado por diretoria em 30/09/2009 22:10:00 (613 leituras)
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LEI Nº 14.774, de 13 de julho de 2009.

Declara de utilidade pública o Instituto Internacional de Prevenção às Drogas - IIPDROG, com sede no Município de Florianópolis.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, Faço saber a todos os habitantes deste Estado que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica declarado de utilidade pública o Instituto Internacional de Prevenção às Drogas - IIPDROG, com sede no Município de Florianópolis.

Art. 2º À entidade de que trata o artigo anterior, ficam assegurados todos os direitos e vantagens da legislação vigente.

Art. 3º A entidade deverá encaminhar, anualmente, à Assembleia Legislativa, até 30 de junho do exercício subsequente, para o devido controle, sob pena de revogação da presente Lei, os seguintes documentos:
I - relatório anual de atividades;
II - declaração de que permanece cumprindo os requisitos exigidos para a concessão da declaração de utilidade pública;
III - cópia autenticada das alterações ocorridas no estatuto, se houver; e
IV - balancete contábil.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Florianópolis, 13 de julho de 2009.

Luiz Henrique da Silveira Governador do Estado
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IIPDROG

Para mais informações acesse: www.iipdrog.org.br

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Surf-Social : GRIPE SUÍNA - Influenza A (H1N1) - PERGUNTAS E RESPOSTAS
Enviado por diretoria em 28/07/2009 23:10:00 (183 leituras)
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Fontes para Consulta

Continuar lendo sobre as principais dúvidas da Influenza A (A1N1)

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Surf-Social : Projetos sociais em escolas de surf credenciadas ACES
Enviado por diretoria em 11/07/2009 21:10:00 (491 leituras)
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Projetos sociais que acontecem nas escolas de surf credenciadas ACES.

  1. Surf Social na Mole - crianças do Chico Mendes em aula no Floripa Surf Club do Prof. Roger, providenciado pelo Maurio Borges
  2. Surf Social no Matadeiro 1 e 2 - projeto com apoio IPUF e CCEA para crianças do Mont Serrat e Chico Mendes
  3. Surf Social no Moçambique - Escola do Christian Surfers que oferece aulas de surf gratuitas para crianças de comunidades carentes em geral, onde há atuação da Igreja
  4. A Escola de Surf Costão do Santinho realiza desde 2004 um projeto social intitulado Surf Social em parceria com a Escola Pública Muncipal Maria Tomázia Coelho da praia do Santinho. Clique aqui para ver fotos das ações das escolas.
Surf Social na Mole - crianças do Chico Mendes em aula no Floripa Surf Club do Prof. Roger, providenciado pelo Maurio Borges Surf Social no Matadeiro  1 e 2 - projeto com apoio IPUF e CCEA para crianças do Mont Serrat e Chico Mendes Surf Social no Matadeiro  1 e 2 - projeto com apoio IPUF e CCEA para crianças do Mont Serrat e Chico Mendes Surf Social no Moçambique - Escola do Christian Surfers que oferece aulas de surf gratuitas para crianças de comunidades carentes em geral, onde há atuação da Igreja

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