Enviado por Araguaciem 13/05/2010 01:00:00 (411 leituras)
Grupo ClickRBS, do Sul do país cria campanha onde reúne uma série de depoimentos e fazem parte do site da Campanha “Crack, nem Pensar”. A Campanha é dirigida à Santa Catarina e Rio Grande do Sul, mas é uma ótima iniciativa para informar a todos os pais e jovens do país com alguma responsabilidade sobre o real perigo do Crack, uma droga muito barata e que vicia de um modo arrasador, tornando o “refém” uma pessoa irreconhecível. No site da campanha existem depoimentos dos visitantes, videos de conscientização, slides e artigos sobre o efeito do Crack no organismo.
Uma das novidades, este ano, é a adoção de projetos sociais de prevenção ao uso de drogas, especialmente o crack. Sob a coordenação da Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho (FMSS), 20 instituições do RS e SC, localizadas nas 18 regiões de atuação da RBS, serão beneficiadas com uma quantia em dinheiro, dependendo da mobilização de suas comunidades. As doações podem ser feitas por pessoas e empresas no Portal Social (www.portalsocial.org.br).
A ACES apoia esta causa! Entre nessa você também: Crack, Nem Pensar!!
O material acima foi produzido pelo Grupo RBS para "Palestra institucional contra o crack". O roteiro para palestra no arquivo anexado ou no site da campanha. Multiplique na sua família, na sua comunidade, na sua empresa. Use o .pdf como guia de apresentação e os vídeos-depoimento para ilustrar sua apresentação
O Centro Cultural Escrava Anastácia é uma das 20 instituições que está captando recursos aqui no Portal Social para a campanha Crack, Nem Pensar. Clique aqui e faça sua doação!
Ontem foi um dia mais que especial na Cidade do Surfe. Crianças e adolescentes de comunidades carentes de Imbituba e grande Florianópolis em tratamento devido ao uso de drogas e que participam do Projeto Procurando Caminho - Resgatando Vida, do Centro Cultural Escrava Anastácia, estiveram na Praia da Vila para curtir o Billabong Pro SC.
Os meninos para passaram um período na Cidade do Surfe, conversaram com atletas profissionais, participaram de uma sessão de surfe e desfrutaram de toda a estrutura da etapa brasileira do ASP World Tour. Durante o passeio pela Praia da Vila, os meninos receberam as pulseiras e camisetas da campanha Crack, Nem Pensar, do Grupo RBS. Este é o segundo ano que o projeto visita a Praia da Vila.
Os surfistas Teco Padaratz, Fábio Carvalho e Guga Arruda conversaram com os meninos sobre a prática do esporte e falarão da importância de se ter hábitos saudáveis, não consumir drogas, além de darem dicas de como seguir a carreira de atleta.
O Procurando Caminho - Resgatando Vida surgiu do pedido de um grupo de jovens cujos nomes estavam inseridos em uma lista de execução do narcotráfico. Dois deles foram assassinados. A partir daí, o Centro Cultural Escrava Anastácia lançou o projeto para que eles fossem tirados de suas comunidades e levados até a praia para a prática do surfe. Hoje, 107 jovens participam das atividades.
Assim nasceu o Procurando Caminho, ação que oferece a prática do surfe e de outras atividades de aventura como prevenção e opção às drogas e à criminalidade. Outro ponto fundamental é mostrar aos jovens de comunidades empobrecidas da grande Florianópolis que o esporte pode ser uma alternativa e que existe uma chance de superação através dele.
O Billabong Pro SC é uma realização Grupo RBS e Quântica Eventos, com patrocínio de Skol. Apoio do Governo do Estado de Santa Catarina, através do Fundesporte, e da Prefeitura Municipal de Imbituba, Fecasurf, Associação de Surf de Imbituba e da Praia do Rosa. Parceiros de mídia Almasurf, Rede Atlântida FM e SporTV.
O Centro Cultural Escrava Anastácia é uma das 20 instituições que está captando recursos aqui no Portal Social para a campanha Crack, Nem Pensar. Clique aqui e faça sua doação!
Enviado por diretoriaem 08/05/2010 00:24:24 (336 leituras)
Estão abertas as inscrições para o Curso de Tow In Surf, que irá ocorrer no período de 14.05 a 16.05 de 2010, em Jaguaruna, Santa Catarina. O curso terá 24 horas aula e o conteúdo inclui, além das aulas teóricas e práticas, noções de primeiros socorros, história do Tow In e do Big Surf, noções de pilotagem de jetski e manuseio dos equipamentos acessórios como prancha, sled e cabo.
Na sexta-feira ocorrerá um jantar de boas vindas e a palestra de abertura, com Rodrigo Resende e a equipe da Associação de Tow In de Jaguaruna – ATOW-INJ. No sábado e no domingo ocorrerão as aulas teóricas e práticas na praia de Jaguaruna. Está programado ainda uma saída até a Laje da Jagua, uma onda que está sendo considerada a maior do Brasil por muitos surfistas de ondas grandes, Big Riders. A laje da Jaguaruna está situada a seis quilômetros da costa, com um quilômetro de extensão e aproximadamente um metro e meio de profundidade. Essa combinação de fatores geográficos faz com que as ondulações oceânicas, ao chegarem nesta parte mais rasa, e a 6 kms da costa, quebrem com uma grande força e um tamanho gigantesco. Existem registros de ondas de 35 pés, 12 metros, e estima-se que apenas 50% do potencial desta onda tenha sido explorada pelos surfistas caçadores de ondas gigantes.
“Serão abertas apenas 10 vagas para o curso, com o intuito de formar atletas de qualidade. O Tow In é um esporte tão perigoso quanto mergulho em caverna e alpinismo, por exemplo, e necessita de muita cautela na formação dos seus atletas. Não queremos formar diversos alunos, colocando em risco a imagem do esporte, queremos que aqueles que sejam formados por nós se sintam seguros para praticar o Tow In e o pratique de forma responsável.”, afirma Mário Silveira um dos organizadores.
O Ministrante será Rodrigo Resende, um dos ícones do esporte que tem reconhecida e notória carreira no surf de ondas grandes, tanto na remada quanto no Tow In. O evento é organizado pela Podium Esportes e a Associação de Tow In de Jaguaruna, onde Thiago Jacaré, presidente da entidade e local do pico, coordenará juntamente com sua equipe todas atividades. O curso tem o apoio e a promoção da Trópico Surf Shop.
O que: Curso de Tow IN com Rodrigo Resende na Laje da Jagua.
Natureza: Teórico-prático.
Cronograma:
Sexta-feira – dia 14.05.2010 às 21:00 hs - Palestra de Abertura e Jantar de Boas Vindas;
Sábado e Domingo - Aulas teórico-práticas;
Onde: Jaguaruna – SC – Brasil.
Custos: R$ 900,00 (em até 3 x sem juros).
Conteúdo Programático: Histórico do Tow In e do Big Surf; Princípios e Valores do Tow IN; Aula sobre pilotagem de jetski e manutenção; Aula sobre equipamentos acessórios do Tow IN (prancha, cabo, sled, etc..); Noções de Primeiros Socorros; Aulas Práticas e saída até a Laje.
* O valor do curso inclui ainda hospedagem e alimentação no período do curso, além do certificado.
* A organização não se compromete com a ocorrência de ondas na Laje da Jagua, durante o período do curso.
* Errata: a data do Curso que foi pré-divulgada como 01 e 02 de maio foi alterada para 14 a 16 de maio, em virtude de conflito de data com outros eventos importantes do Surf.
Enviado por Araguaciem 04/05/2010 23:30:00 (332 leituras)
A cidade de Balneário Camboriú (BC) no litoral centro-norte de Santa Catarina (Fig. 1) vem ao longo dos tempos produzindo surfistas de alto nível, como por exemplo, o surfista Teco Padaratz, bicampeão mundial de surf (WQS) no ano de 1999 e apoiador do projeto. Além disto, a cidade possui boas escolas de surfe que proporcionam oportunidade de vida para muitas crianças e adultos. Porém, o elevado número de surfistas em BC disputando lado a lado as ondas em um mesmo espaço tende a prejudicar o nível de surfe do local, sendo o agente responsável por desavenças entre os surfistas. O número de praticantes do esporte cresce exponencialmente a cada ano, mas os locais para a prática são os mesmos. Para Bancroft (1999), isto traz como conseqüência o incremento da insatisfação para com o esporte surfe. Segundo censo IBGE (2004) a população de BC está estimada em 90.000 pessoas, sendo que nos meses de verão (Dezembro, Janeiro e Fevereiro) esta população aproximadamente triplica (média de 270.000 pessoas) (Fig. 2). Muitos destes turistas, na verdade, são surfistas em potencial que utilizam a praia de BC não somente para o tradicional banho de mar, mas também para aprender surfar. Desta forma, no período de férias (verão), a população de surfistas em BC aumenta seguindo as mesmas proporções do censo do IBGE (2004), superlotando a área de surfe da enseada.
Dentre os pontos de surfe na enseada de Balneário Camboriú, um se destaca por sua beleza natural e fácil acesso por passarela de madeira. A ponta norte da enseada, área de fundo de pedras, possui alto potencial para surfe na região. O local possui embasamento rochoso (fundo de pedras) em uma área correspondente a aproximadamente 1 km². Para melhor aproveitamento deste local, a proposta é produzir artificialmente quebras de ondas com ondulação a partir de 0,5 m. A implantação de um Recife Artificial para Surfe (RAS) nesta área pode aumentar a surfabilidade do local, bem como criar novos pontos de surfe na enseada de BC.
Figura 1: Enseada de Balneário Camboriú (BC), destacando a localização do RAS (retângulo) na ponta norte.
Figura 2: Praia de Balneário Camboriú, SC, no mês de Fevereiro. Foto: Marcus Polette.
A efetivação deste tipo de projeto só ocorre quando estudos de campo e de laboratório são realizados previamente. O entendimento prévio dos processos físicos e geológicos que governam a região é indispensável para que os objetivos do projeto sejam alcançados. Estas construções costeiras podem ser realizadas incorporando opções de uso múltiplo como: habitat para organismos marinhos, local para a prática do surfe, mergulho, natação segura, pesca comercial e recreacional (BLACK et al.; apud BLACK e MEAD, 2001). Isto significa também que estas estruturas podem ser projetadas para proporcionar qualquer tipo de quebra de onda desejada. Além disto, possibilitam o uso da estrutura mesmo em dias em que não ocorre ondulação para a prática do surfe, promovendo a interação entre os praticantes de esportes aquáticos e turistas. A Prefeitura de Balneário Camboriú (Fig. 3) e Associação de Surfe de Balneário Camboriú (ASBC) mencionam o profundo interesse em realizar este projeto.
Espera-se obter o projeto de uma estrutura capaz de atender os seguintes requisitos estabelecidos:
- Quebra de ondas perfeitas para a prática do surfe; - Aumento da proteção costeira; - Agregar funções a estrutura para o benefício da comunidade local.
Enviado por Araguaciem 03/05/2010 23:10:00 (237 leituras)
Trabalho de Conclusão do Curso de Design Industrial de Bruno Corrêa de Araújo, apresentado ao Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina, como pré-requisito para a obtenção de grau de bacharel, sob orientação do Professor Douglas Ladik Antunes (Professor do Departamento de Design / CEART / UDESC).
Enviado por Araguaciem 02/05/2010 18:20:00 (316 leituras)
Faça parte do nosso Grupo Escolas de Surf no facebook, facilitando a integração entre instrutores, orientadores e alunos. As novidades e artigos interessantes no mundo do surf e para Escolas de Surf serão compartilhadas por nós. Vocês poderão publicar suas fotos de melhores momentos com seus alunos e ações na Comunidade para todos.
No Grupo Escolas de Surf estaremos discutindo ações importantes para as Escolas de Surf, para o nosso esporte e para o Meio Ambiente.
Também criamos uma página para Escolas de Surf Credenciadas. Faça parte desta rede, que é a maior rede social na internet, podemos ver o que está acontecendo com o surf local e no mundo. Estão lá: Teco Padarats, Neco Padarats, Kelly Slater, Rob Machado, Laird Hamilton, fotógrafos de surf, artistas e revistas importantes com seus vídeos, viagens e matérias iradas. Veja o perfil:
Toda a galera está lá, tem gente que está no aeroporto publicando seus links, antes de embarcar para uma trip internacional ou um campeonato. Algumas ONG's do cenário do Surf que vocês ja devem conhecer também estão por la, como IBRASURF e Ilhas do Brasil por exemplo. Esta turma sempre nos mostra o que está acontecendo em tempo real no cenário do surf local e internacional. Vejam as fotos do maior evento de surf no Brasil este ano Billabong Pro Santa Catarina.
Para quem é fã do twitter a ACES também esta lá: @escolasdesurf
Atenção proprietários de escolas de surf, precisamos mapear as escolas para divulgar sua base, clique neste link, localize sua escola e confirme o envio do email. Se quiser, anexe fotos, logo e os dados de contato atualizados.
O site da ACES foi criado para vocês divulgarem seus trabalhos como atletas, artistas, pesquisadores no cenário do surfe e principalmente para proprietários, instrutores ou alunos de escolas de surfe.
ACES
Associação Catarinense das Escolas de Surfe
"Uma rede de empreendedores educadores, empenhados pelo ideal de sustentabilidade e integrados com a comunidade tendo o Surf como maior instrumento de educação e desenvolvimento social."
Faça o cadastro na site da ACES e tenha acesso a materiais de treinamentos e cursos realizados, além de ficar informado com artigos para as Escolas de Surf. Você poderá também publicar na área de Classificados do Surf, indicando se está querendo aula, vendendo ou comprando equipamento e acessórios, o anúncio fica no ar por 30 dias gratuitamente.
Enviado por diretoriaem 30/04/2010 22:00:00 (289 leituras)
Dono dos direitos da etapa brasileira do Circuito Mundial é padrinho de projeto social que tenta tirar meninos do tráfico de drogas Teco tenta conciliar o projeto do Mundial de Imbituba ao trabalho social em Florianópolis.
Faltava uma semana para o início da etapa brasileira do Circuito Mundial de surfe, em Imbituba. Dono dos direitos da competição, o ex-surfista profissional Teco Padaratz mal tinha tempo para responder os muitos e-mails que lotavam sua caixa de mensagens. Fez questão, porém, de anotar na agenda: "palestra". Os ouvintes eram jovens do Procurando Caminho, projeto que, por meio do surfe, tenta mudar a vida de meninos envolvidos com drogas e até mesmo ameaçados de morte.
O projeto cruzou o caminho de Teco há menos de um ano. Convidado para dar uma palestra, conheceu o trabalho desenvolvido pelo padre Wilson no Centro Cultural Escrava Anastácia. Baseado em números, o seminarista conseguiu convencer o governo de Santa Catarina de que investir na recuperação é uma economia. O custo por cada menino no projeto é de R$ 250,00 - por um presidiário, R$ 1.700.
Com o apoio do governo, o centro cultural aumentou o número de inscritos de 40 para 300. Além de terem aulas de surfe, eles aprendem artesanato – fazem oficina de fabricação de peças de arte com resina, material usado nas pranchas.
- Na primeira palestra, senti uma energia muito forte, um certo medo até. Eles são muito sinistros, mas depois você começa a conhecê-los e vê que são pessoas boas, mas que estão envolvidas em problemas sérios.
Teco visita o Centro Cultural Escrava Anastácia antes do início do Mundial
Teco se viu em um mar desconhecido. Um dos monitores, por exemplo, tinha mais de dez homicídios na ficha criminal. Estava ali trabalhando, remunerado, para dar aula de surfe a gangues rivais. Ele e os alunos não podiam ir a qualquer lugar. Apenas uma praia da cidade tinha permissão para receber as turmas. Pai de duas filhas, Teco entende a precaução.
- Sei que acaba sendo preconceito, mas as pessoas ficam com medo mesmo. São jovens envolvidos com o tráfico. Sempre há risco de haver algum problema.
Enviado por diretoriaem 29/04/2010 23:00:00 (406 leituras)
ACES
Associação Catarinense das Escolas de Surf
Presidente - Roger E. B. Souto Mayor- Profissional Responsável Floripa Surf Club e Brazil SurfCamp na Praia Mole
Vice Presidente - Bira Schauffert - Presidente Salva Surf Brasil Resgate
Diretoria Técnica - Karina Abras - Profissional Responsável Easy Surf na Praia da Joaquina
Fernando Mota Bez - Profissional Responsável Escola de Surf Ilha da Magia na Praia do Santinho
Diretoria de Mídia - Araguaci Carlos de Andrade- Profissional Responsável pelo site da ACES e Orientador de Surf da Escola de Surf Bombinhas
Diretoria de Intercâmbio Internacional - Manoel Alves - Profissional Responsável pela Escola de Surf Primeiras Ondas na Brava
Diretoria de Igualdade e Responsabilidade Social - Gilson Melo - Profissional Responsável pela Sul Radical no Matadeiro
Diretoria de Inclusão Social e Prevenção contra Drogas - Fabrício Caldas - Profissional Responsável pela Escola de Surf Costão do Santinho na Praia do Santinho
Diretoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Ambiental- Paulo Eduardo Antunes – Orientador Personal
Diretoria de Articulação Política- Renato Melo – Proprietário do Matadeiro Surf Camp
Diretoria de Fiscalização- Dinarte Domingues - Profissional Responsável Itararé Surf Escola na Praia dos Ingleses
André Barcelos - Profissional Responsável Salva Surf Escola na Barra
Diretoria Norte SC- Rubens Muniz - Profissional Responsável pela Escola de Surf Quatro Ilhas em Quatro Ilhas - Bombas - SC
José Carlos Piccinelli Malucelli Jr - Profissional Responsável pela Surf no Pé em Camboriú - SC
Diretoria Sul SC - Mário Henrique Lacroix Wacker- Profissional Responsável pela Kite e Surf em Ibiraquera - SC
Francisco Assis - Presidente da Associação de Surf da Praia do Rosa - Imbituba
Secretária - Graziella Risso- Psicóloga Responsável pelo Floripa Surf Club e Brazil Surf Camp na Praia Mole
OBS:Todos os profissionais da Diretoria Executiva estão inscritos no CREF3-SC, com exceção de Araguaci que é Analista de Sistemas Graduado e de Graziella que é Psicóloga com registro no CRP.
Enviado por diretoriaem 20/03/2010 23:20:17 (422 leituras)
09.12.2009 | Texto por Bruno Torturra Nogueira Fotos Guilherme Odri
Já investigamos muito o surf como esporte, lifestyle, cultura... Mas ainda sabemos pouco do que o surf é como exercício. Munidos de um relógio cheio de recursos, um medidor de lactato e um professor de educação física de primeira, levamos três surfistas ao mar para entender melhor o que acontece no corpo quando pegamos onda
Qualquer caboclo sedentário, em qualquer academia de meia-tigela, hoje em dia consegue, em questão de minutos, descobrir minúcias sobre como seu corpo se comporta durante exercícios. São eletrodos, sensores de diversas ordens e funções, testes respiratórios e bioquímicos... uma longa lista de avaliações em tempo real que mapeiam com precisão literalmente clínica o que cada esporte do planeta representa no corpo humano. Acontece que plugar um atleta em terra firme é mole. Em piscinas, equipamentos especiais também processam testes sutis com nadadores. Mas, até onde sabemos, não existem estudos muito sofisticados sobre as consequências fisiológicas de uma sessão de surf. Achamos uma boa ideia mudar um pouco essa situação.
Convidamos Carlos Cintra, especialista em fisiologia do exercício e professor de pós-graduação da Universidade Gama Filho (também presente nesta edição, com o relato de sua busca pela forma perdida), para testar três surfistas de biotipos parecidos e níveis diferentes de envolvimento com o esporte. Foram sessões realizadas na praia de São Pedro (litoral sul de São Paulo), no mesmo dia, uma hora para cada um. O primeiro surfista a entrar na água foi David do Carmo, 25 anos, santista e surfista profissional. Ele é nosso “heavy user”, o que mais compete e pega pesado. Em tese o mais bem condicionado. Em seguida caiu Igor Morais, 24 anos, de Maresias, um free surfer profissional, patrocinado para surfar, mas sem a necessidade de competir. Depois, um surfista amador, o agrônomo Léo Manzini, que costuma pegar ondas duas vezes por semana.
SESSÃO PUXADA Para medir o nível de esforço, o gasto de energia e que tipo de impacto o esforço de uma hora de surf causa em cada um, vamos medir a distância que percorreram, os batimentos cardíacos, a velocidade média e o nível de lactato no sangue antes e depois das séries. Lactato é uma substância que as fibras musculares produzem em maior quantidade quando fazemos uma contração muscular mais potente – por exemplo, quando o surfista dá uma batida forte com a prancha.
Imagem: Aleko Stergiou
Carlos Cintra tira uma gota de sangue da orelha de Igor Morais e depois este vai para o mar
Carlos Cintra vai cruzar os dados de dois instrumentos para chegar a uma série de conclusões. Um deles é o Garmin Forerunner 305, um novo e sofisticado modelo de relógio que, além da hora, marca e grava batimentos cardíacos e determina com precisão a distância percorrida e a velocidade média através de um sistema de GPS. O outro é o lactímetro, medidor de lactato, que analisa gotas de sangue tiradas imediatamente antes e depois das sessões.
É evidente que um monitoramento mais sofisticado como os feitos em academias seria impossível. Computadores, eletrodos e a maioria dos instrumentos necessários ainda não estão disponíveis em versões à prova d’água. Mas perto do quase nada de estudos que temos depois de décadas de surf como esporte popular... é muito. “Vai ser bacana. Fazem isso com jogador de futebol e eu sempre tive curiosidade de ver isso no surf”, dizia Igor, atleta profissional que nunca soube como o surf é lido pelo seu corpo. David tinha outras expectativas: “Quero me conhecer mais, ver o que é necessário pra ter melhor desempenho”.
Cintra abriu seu laptop no porta-malas do carro e começou a colher alguns dados dos três. Altura, peso e frequência de treino. Em seguida, gotas de sangue e seus níveis normais de lactato. Tudo certo? Quase. O mar estava bem fraco. Ondas de meio metro, no máximo. Fator a ser considerado na interpretação dos dados recolhidos. Três horas depois, os números basicamente revelaram o quão puxada foi a sessão de surf para nossas cobaias flutuantes. E uma série de informações que revelam muito do que é o surf como atividade física.
A partir dos dados obtidos no teste, Cintra chegou às seguintes conclusões:
• Devido à grande variação de volume de treinamento que diferentes surfistas podem ter na mesma sessão, o gasto energético também pode apresentar grandes variações. Surfistas sentados na prancha no outside podem ter um gasto energético de 100 a 200 kcal em 60 min. No caso dos surfistas avaliados, o consumo de calorias foi de 808 kcal (David do Carmo), 730 kcal (Igor Morais) e 682 kcal (Léo Manzini). Para efeito de comparação, Cintra projetou o gasto calórico dos três em outras atividades. David consumiria em torno de 404 kcal em uma caminhada intensa, 1024 kcal em uma corrida muito rápida e 359 kcal em um treino de natação.
• Quando um surfista “de fim de semana” entra no mar de meio metro para fazer uma sessão de 60 min de surf, ele deve estar preparado para surfar pelo menos 4.000 m. Desse total, 7%, ou 280 m, serão surfados em onda e o restante 93%, ou 3.720 m, será remado. Isso revela como o surf pode ser um esporte “ingrato”. Como nas remadas há um esforço excessivo da coluna em hiperextensão, muitos surfistas apresentam problemas na região lombar e cervical. A melhor recomendação é que o surfista faça uma série de abdominais na areia depois da sessão com o objetivo de compensar o desgaste.
• Apesar de “ingrato”, o surf é um esporte completo. Trabalha força (necessária na hora de subir entrar na onda e desenvolver velocidade) e aumenta a capacidade de movimentação do corpo. A dinâmica da onda obriga a movimentos sutis e complexos, para que o corpo permaneça estável. O exercício desenvolve a propriocepção, que aumenta o gasto de energia no exercício e a qualidade dos reflexos.
Agradecimento: Roche
COMO FOI CADA UM
1 – David do Carmo – Sem dúvida o mais bem condicionado dos três. Acostumado com sessões muito mais longas, de até 210 min, e mais puxadas do que a média, seu organismo tirou de letra. O volume surfado e remado foi consideravelmente maior do que o dos outros dois. Isso se deve claramente à maior eficiência de seus movimentos. Seja pela técnica, que faz cada gesto do surfista render mais, seja pelo volume de treino que condiciona seus músculos a fazer os exercícios com muito menos gasto de oxigênio.
2 – Igor Morais – Free surfer que é, tem um surf mais calmo e seletivo. Gosta de ficar mais parado esperando a série no outside, escolhe melhor a onda. Mas, pelos resultados depois dos momentos de esforço, ele se beneficiaria com treinos mais puxados, que melhorassem sua resistência. Tanto que seus batimentos cardíacos ficaram na mesma média de Leonardo, e ele teve o maior pico de batimentos entre os três.
3 – Leonardo Monzani – Pegou uma condição de mar nada boa, mas seu treino foi forte. Sempre parece estar buscando diferentes posicionamentos para entrar em diferentes ondas, sem parar 1 min sequer. As mesmas características de David do Carmo, só que peca pela falta de volume de treino, por isso seu corpo sente mais, e o esforço se evidencia em todos os testes feitos.
Deslocamento na água
Treinador de pulso
Imagem: Aleko Stergiou
Igor Morais e o relógio laboratório
Na avaliação dos surfistas utilizamos o relógio Garmin Forerunner 305 (R$ 1.265), com medidor de velocidade, distância percorrida por GPS e batimentos cardíacos – dados que podem ser transferidos facilmente a qualquer computador. O fabricante não recomenda a utilização do relógio no mar. Apresenta o modelo apenas como resistente à água. Carlos Cintra, que já havia utilizado o dito-cujo na piscina, arriscou seu brinquedinho e o levou à sessão. Funcionou, e o relógio não apresentou defeito algum nos dias seguintes. O fabricante, no entanto, oferece o Garmin Forerunner 310 (R$ 1.560), esse sim à prova d’água oficialmente. Mas que não inclui o medidor de frequência cardíaca, que não tem garantia de total eficiência em contato com a água. Quer um deles?
Enviado por diretoriaem 12/03/2010 22:25:01 (203 leituras)
PROVISIONADOS COM PROCESSOS HOMOLOGADOS !!!!!! PARABÉNS !!!!! AGORA É SÓ FAZER O CURSO DO DIA 13 DE MARÇO - NÃO PODEM PERDER ESTA OPORTUNIDADE.
Os provisionados que já estão homologados, devem se inscrever URGENTE para o encontro no sábado dia 13/03/2010. Estamos encaminhando em anexo:
Ficha de Inscrição - Esta vc deve preencher e enviar por fax ou por email, junto com o comprovante de depósito de pagamento. Fax nº (48) 3206.4046 / email: fitef1@gmail.com
Apostila do Programa de Provisionados - aqui está o material que deve ser lido para preenchimento do Questionário
Questionário - deverá ser preenchido em computador e levado no dia do encontro presencial (13 de Março de 2010)
PAGAMENTO: o custo do programa é de R$ 120,00 (cento e vinte reais) que deverão ser depositados em nome da FUNDAÇÃO INSTITUTO TÉCNICO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - FITEF , Banco do Brasil, Agência 3077-5, conta 13258-6, sendo que vc deverá enviar o comprovante de depósito via fax ou email como comentado no ítem 2 acima. DATA DO ENCONTRO: 13 de MARÇO de 2010 INSCRIÇÕES: JÁ , URGENTE Qualquer dúvida, entrem em contato com a ACES (48) 9991.0335 com Graziella ou com Cilena Güntzel - Gerente do FITEF - Telefones: (48) 3206-4046 e ou (48) 8446-0440.
LEMBRAMOS QUE O PROVISIONAMENTO NA MODALIDADE SURF É UMA VITÓRIA DAS ENTIDADES PARCEIRASACES / FECASURF / CREF3-SC, E QUE TODOS OS PROVISIONADOS DEVEM ESTAR EM DIA COM SUAS OBRIGAÇÕES PERANTE ESTAS ENTIDADES. ABAIXO OFÍCIO CREF3-SC sobre o assunto:
Ofício Circular n° 002/2009/CREF3/SC
PROGRAMA DE INSTRUÇÃO PARA NÃO GRADUADOS
Categoria Provisionados
C O M U N I C A D O
Em cumprimento ao disposto na Lei Federal nº. 9.696, de 1ª de setembro de 1998, e na Resolução nº 045/2002/CONFEF, onde o Conselho Federal de Educação Física instituiu o Programa de Instrução para Não Graduados – Categoria Provisionados. Para concluir este processo iniciado em 2001 será realizada uma nova etapa deste programa em parceria do Conselho Regional de Educação Física – CREF3/SC com a Fundação Instituto Técnico de Educação Física – FITEF.
OBJETIVO: O objetivo do Conselho Regional de Educação Física – CREF3/SC é avançar no processo de regularização dos “Provisionados”, possibilitando que os mesmos recebam a Cédula de Identidade Profissional do CREF3/SC, que é o documento oficial para o exercício legal da profissão.
CLIENTELA: Os profissionais na Categoria Provisionados que já tiveram seus processos HOMOLOGADOS pelo CREF3/SC, mas que ainda não participaram do programa acima mencionado, e estão aptos para participarem do Programa de Instrução
INVESTIMENTO PARCELA ÚNICA: R$ 120,00 (cento e vinte reais).
PROGRAMA: O Programa será oferecido em módulo único e dividido em duas partes obrigatórias, sendo que na primeira parte teremos os estudos à distância, onde os interessados deverão:
► Módulo 1 - Área Cientifica;
► Módulo 2 – Área Pedagógica;
► Módulo 3 - Área Ético-Profissional;
Obs. Conhecer a Estrutura e Funcionamento do Sistema CONFEF/CREFs, disponível na internet – www.crefsc.org.br
· Efetuar os estudos individualmente ou em grupo, consultando o material (conteúdo e bibliografia) disponibilizado na página;
· Imprimir e responder individualmente ao Questionário referente aos conhecimentos pedagógicos, ético-profissionais e científicos, fundamentais ao exercício profissional responsável e à segurança da sociedade.
Na Segunda Parte acontecerá o encontro presencial, com a duração de oito horas, das 08:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00 horas, conforme segue:
CREDENCIAMENTO:
· Apresentação e retirada do material;
· Entrega do Questionário Individual de Avaliação (obrigatório);
PROGRAMA DO ENCONTRO PRESENCIAL:
· Estrutura e Funcionamento do Sistema CONFEF/CREFs;
· Ética Profissional;
· Pedagogia do Esporte;
· Avaliação e Prescrição do Exercício Físico.
DATA DO ENCONTRO EM FLORIANÓPOLIS: 13/03/2010
PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÃO E PARTICIPAÇÃO:
1. Efetuar depósito bancário no valor de R$ 120,00 em nome da Fundação Instituto Técnico de Educação Física – FITEF, no Banco do Brasil, Agência 3077-5, Conta 13258-6
2. Enviar o comprovante de depósito para o Fax (48) 3206-4046, endereço eletrônico fitef1@gmail.comou via Correios para o endereço: Rua Paschoal Simone, N° 217, Coqueiros - Florianópolis - CEP 88.080-350;
3. Verificar se o seu nome consta na Lista de Profissionais aptos a fazer o Programa para Provisionados, que está publicada no site da FITEF: http://www.udesc.br/fitef
4. OBSERVAÇÕES:
Os encontros presenciais serão realizados somente se houver a inscrição de, no mínimo, 25 profissionais em cada cidade;
Não havendo o número mínimo de inscrições para realização dos encontros presenciais, os mesmos serão reagendados em datas e regiões posteriormente informadas.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
Falar com Cilena Güntzel - Gerente do FITEF - Telefones: (48) 3206-4046 e ou (48) 8446-0440.
Atenciosamente, Marino Tessari Presidente CREF 000007-G/SC
Enviado por diretoriaem 06/03/2010 18:50:00 (377 leituras)
A Escola de Surf Costão do Santinho acaba de completar dia 2 de março 16 anos de existência. A Escola do Costão realizou eventos, mantém durante todo o ano um posto de salvamento com pranchas no Santinho e o Projeto Surf Social. Possue um quadro de Orientadores altamente qualificados. Faz parte da ACES e está em dia com o CREF3/SC, PMF e demais órgãos credenciadores.
A festa de comemoração do aniversário rolou na Loja Clínica do Surf no Santinho com o regae da banda Dádiva, buffet integral, sushi e salgadinhos. E contou com a presença ilustre do consagrado ator Global Kadu Moliterno que estava junto de sua filha Lanai Moliterno.
Kadu já participa a algum tempo de eventos ligados ao Costão do Santinho e Escola de Surf Costão do Santinho. O ator ama Florianópolis e sempre que pode faz a ponte aérea para surfar e mergulhar no Santinho ao norte da "ilha". Kadu apoia a ONG IIPDROG que é parceira da Escola de Surf e realiza o projeto surf social junto a Escola Pública Maria Tomázia no bairro Santinho. Informe-se sobre a escola e seus projetos atuais no site www.iipdrog.org.br
Foto da equipe Escola de Surf Costão do Santinho da esquerda para a direita: Vanessa e Fabrício Caldas, Wilson Neves, Lanai, Kadu Moliterno, Alailson Chinaso e Nilo Mieres
Enviado por diretoriaem 14/12/2009 00:20:00 (258 leituras)
Aconteceu com ondas de 2 a 3 pés e boa formação no dia 12 de dezembro na praia do Santinho em Florianópolis/SC o 2º IIPDROG/SC - ASIS de surf treino local. A chuva não afastou os 30 atletas representantes de Ingleses, Santinho e Moçambique.
O IIPDROG (Instituto Internacional de Prevenção as Drogas) em parceria com a ASIS (Associação de Surfistas de Ingleses e Santinho) e ESCS (Escola de Surf Costão do Santinho) organizou o evento. Que não cobra a inscrição dos atletas e oferece boa premiação.
O foco do projeto está em atender as crianças estudantes das escolas públicas locais. Além das competições aconteceram também a coleta de micro lixo na praia e uma palestra com o tema prevenção as drogas.
Confira a classificação final:
Categoria Projeto Social: 1º Miguel (Maria Tomázia Coelho) 2º Paulo Vitor Santos Lima “Dido” (MTC) 3º Pablo Ramon (MTC) 4º Diego Santos (MTC)