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em 23-03-2011 11:40 (3186 leituras)

Artista e shapper fabricando uma Prancha de Surf ao vivo para crianças!!!
Detalhe da Oficina: A idéia principal era que, se por acaso algum deles tivesse a iniciativa de Construir sua própria Prancha, deveria pensar primeiro no que fazer com os Residuos!!!

 

"Agradeço ao meu Grande Amigo Mauricio Eyphanio (Pelé), pelo convite de estar com seus alunos da Escola de Surf de Ilha Comprida." Filipe Blanco Barbosa

 

 

"Em busca da inovação... Sustentabilidade Social dentro e fora d'água... SURF!? PARA TODOS!!! Nasci em Santos(São Paulo)e sempre amei o Oceano. Essa ligação,fez com que o Surf fizesse parte da minha vida. Comecei a trabalhar com Pranchas de Surf em 1998,consertando,fazendo pinturas, reutilizando os residuos... Minha Familia trabalha com Reciclagem a mais de 70 anos e uni o útil ao agradável! Surf e Reutlização = Vida Sustentável!! Estou sempre procurando inovar meus Designs(Surfboards), com a ajuda de Surfistas Profissionais que testam o Equipamento. Desenvolvi métodos de reutilização, contribuindo para meu Desenvolvimento Artistico. Participo de Projetos Sociais, acreditando ser uma das fórmulas para um Mundo mais Feliz!! Amo o que faço..." Filipe Blanco Barbosa

Artista e shapper desde 1998, e seguindo a tradição da famíla, reaproveita os resíduos de resina, tinta, entre outros que restavam dos consertos das pranchas, transformando-os em peças artisticas e novas pranchas.

 

Se por acaso souberem de Escolas de Surf ou outros que gostariam de conhecer melhor esse trabalho (SURF E REUTILIZAÇÃO) é só comunicar.

Email: contato@filipeblancoart.com.br

Fone: (013)97884369

Sites:

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em 19-03-2011 20:10 (2733 leituras)

O documentário Pegadas Salgadas se propõe a registrar a "marca" deixada pelo surf na identidade de Floripa, mostrando as maneiras pelas quais o surf se estabeleceu como um canal representativo da vida da cidade, agregando um público heterogêneo, que interage em torno da paixão comum por deslizar sobre as ondas com uma prancha.

Muito mais "um filme sobre surf" do que "um filme de surf", o roteiro destaca alguns personagens representativos das diversas atividades profissionais e de lazer ligadas à cultura e a indústria do surf na cidade. Um contexto que permite transitar por questões significativas da vida cotidiana de Florianópolis, como a preservação do meio-ambiente, os conflitos de identidade cultural gerados pela rápida imigração e o crescimento desordenado da cidade - culminando por fim nos seus reflexos diretos na prática do surf na região. Nas paisagens, o registro da influência desbravadora do surf no perfil turístico da ilha de Santa Catarina, exercendo um papel fundamental na popularização de locais como a Praia da Joaquina e a Praia Mole.

A composição dos muitos depoimentos e cenas cotidianas da diversificada lista de personagens, mesclados com tomadas aquáticas de ação e de natureza, visa imprimir uma narrativa dinâmica, que seja atrativa tanto para surfistas quanto para o público leigo, numa visão bem abrangente sobre o tema.

Mais informações no site: http://www.scult.tv/

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em 06-03-2011 20:10 (1747 leituras)

Educar para crescer

Por Fábio Gouveia em 02/02/2011

Fábio Gouveia deixa claro que a profissão surfista exige muito mais do que talento dentro da água. Foto: Aleko Stergiou.Ninguém nasce sabendo, mas uma vez tendo aprendido, certas ações podem ser chamadas de vacilo.

No último Espêice Fia, falei do investimento a longo prazo das empresas e dos atletas que encerravam suas carreiras algumas vezes prematuramente por falta de apoio.

Também falei dos que dedicavam uma vida no surf competição e finalizaram suas carreiras sem terem tido oportunidade de fazer outra coisa dentro das marcas que os patrocinaram por algum período.

A profissão de esportista não é nova, porém no surf este ramo vem carregado ainda de aprendizado, ou seja, cada vez mais se profissionalizando.

Agora é a vez de analisarmos também a postura de alguns (ou muitos) perante as necessidades de se ter uma carreira duradoura e novas oportunidades pós-pendurada de lycras de competição e até mesmo, da prancha.

De longe, não sou o dono da verdade, e cada um tem em certa altura a noção de saber o que faz. Para fazer coisas corretas também errei, erro, e mesmo em fase de aprendizado procurar o bom senso facilita as coisas.

Muitos no meio do surf não têm um contrato com as empresas que os patrocinam, porém aos que têm esta cláusula de “zelar o nome da marca onde quer que esteja” faz-se embutir a obrigação da postura do atleta. Leia-se: estar fazendo coisa errada carregando a “farda” do patrocinador.

Isso mesmo, igual aos tempos de colégio, quando moleque era pego fazendo arruaça fora da mesma com a identificação da instituição. Geralmente a primeira fase de explosão de um atleta é quando o cara ainda é bastante jovem, na casa dos 16 pra 20 anos.

Com o corpo em ebulição, a dosagem do ego ainda está para estabilizar-se, logo é normal aquela frase: “o cara tá estrelinha, tá se achando”. Neste período, a paciência talvez não seja ainda uma virtude, pois moleque quer saber mais é de apenas surfar, de se divertir, sem prestar muito atenção no que está à sua volta.

Depois é a fase do “de repente, pô! tenho de baixar a minha bola"... Ou então claro, as coisas vão sendo amenizadas no decorrer do tempo, pois, muitas vezes, sentimos que o buraco é mais embaixo.

Fase boa é muito bom, mas muitos esquecem da fase ruim. Se tratando de juventude, talvez muitos nem tiveram tempo de conhecer ou outro lado da moeda.

Penso que é nos momentos de “vacas gordas” que o atleta precisa trabalhar mais seu lado pessoal e profissional, fazendo as coisas corretas e arcando com seus compromissos, tendo uma boa postura perante marca, mídia e todos em geral.

Perante a marca, leia-se também facilitar a vida de outros profissionais dentro da empresa, seja atendendo solicitações para trabalhos de marketing ou utilizando adequadamente seus produtos, uma coisa que muitos muitas vezes não levam muito a sério.

Já vi “n” vezes atletas não usando corretamente a “farda” do patrocinador, até mesmo usando produtos de outras marcas e muitas vezes de concorrentes em locais públicos.

Perante a mídia existe aquele lance do cara ficar amarradão de estar saindo nas paradas, de estar sendo propagado. Quando é uma TV e um grande veículo impresso, então...

Claro que dentro do profissionalismo é preciso ter uma dosagem mas, no geral, precisa-se atender bem a todos, ser solícito, pois “eles” também fazem os seus trabalhos.

Trabalhos estes que podem botar o atleta lá em cima quando também lá pra baixo, como muitas vezes acontece.

Então, boa postura, paciência e disponibilidade são passos para o período de “vacas magras”. Este sim é o difícil e é onde muitos veem suas carreiras começar a declinar, ou seja, a luz se distanciando do fim do tubo. Depois não adianta chorar, mesmo tendo colega de profissão querendo defender.

Matéria publicada na waves.
Link: http://waves.terra.com.br/surf/notici ... educar-para-crescer/45291

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em 18-10-2010 12:00 (2635 leituras)
Se não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro.

 D. Pedro II

Surf Ingleses

Escola de surf localizada nos Ingleses, atuando desde 2000 com crianças e adultos. Em 4 aulas do curso básico você estará surfando - mais de 90% dos alunos ficam de pé na prancha já na segunda aula! Além disso, o curso básico também explica sobre o relacionamento seguro com o mar e a preparação física necessária.

O Professor

A equipe de ensino é formada por 3 instrutores e um professor. O professor, Adriano Lemos, é surfista profissional, e buscou o provisionamento da sua condição de Professor de Surf, por intermédio do Conselho Regional de Educação Física e da Associação Catarinense de Escolas de Surf.

O atleta

Nome: Adriano Lemos
Natural: Florianópolis
Tempo de surf: 20 anos.
Tempo de competição: 16 anos.
Viagens internacionais: Peru, Uruguai.
Escolaridade: Técnico/2o grau completo.

Resultados profissionais

2007 - 4o Ranking Surf Treino Profissional Aragua/Mormaii
- 30o no Ranking Profissional Sul Brasileiro
- 32 o Ranking Profissional Catarinense
- 46o Ranking final Seletiva Masculina Petrobras
- 65o Ranking final Brasil Tour
- Bi-Campeão da seletiva do WQS Mormaii Costão PRO

2006 - 27o no Ranking Profissional Catarinense
- 40o no Ranking Profissional Sul Brasileiro
- Campeão da seletiva do WQS Costão Floripa PRO 2006
- 6o no Ranking Open do Circuito Billabong SC surf games 2006

2005 - 31o no ranking Profissional Catarinense
2004 - 35o no ranking Profissional Catarinense
2003 - 49o colocado Rio de janeiro super TRIALS 2003
- 2o lugar Moçambique Pro/Am local
- 45o no ranking Profissional Catarinense 2003

Filmes que participou

Vidanativa (S produções), Santinho Bruto 1 (Casco de Tartaruga produções), Lenon (Produção de André Tacinari), Servidão da Graça.

Como Amador

3º lugar ranking final Catarinense Am 1998.
4º Lugar Ranking geral Am Catarinense 1998
1º Lugar Catarinense Am 1998 etapa Mariscal
4º Lugar Ranking final do Circuito Am Santa Catarinense Surf Show 1998
4º Lugar Catarinense Am 1999, Mole.
11º do ranking Catarinense Am 1999.
Vice-campeão Brasileiro amador pela equipe catarinense 1999.
1º Lugar 2º Eco Surf Taça Lotérica Lima (Itapiruba) 2001.
2o Lugar Catarinense Am 2000, Joaquina.
10o Lugar Ranking final Open. InterSurf 2000.
12º Lugar Ranking final Am Catarinense 2000.
13o Lugar Ranking geral Am Catarinense 2000.
Tri Campeão da ASIS 2000, invicto.
3º lugar Intersurf 2000, Barra do Sul
2º lugar ASIS 20 anos 2001, Santinho.
Top Catarinense PRO/Am 2001.
Top Catarinense Am 98/99/2000/2002.
1º lugar ASIS Santinho, 2002.
1º lugar ASM Matadeiro, 2002.
19º Lugar Ranking Open Catarinense Am 2002

Site: http://www.surfingleses.net/

Contato: (48) 8803 2054 tim (48) 91731024 vivo

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em 06-09-2010 21:42 (2140 leituras)
Imagens do 12° curso de instrutores de surf promovido pela IBRASurf, na praia da enseada Guarujá, na escolinha de surf "Curvão surf school"


O curso contou com a presença de surfistas profissionais, como Peterson Rosa, Maicon Rosa, Alexsandro Abolição e Alex Leco, além de profissionais já atuantes na área e interessados em geral.

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em 06-09-2010 21:00 (8679 leituras)

Peterson Rosa assume Escola de Surf em Matinhos

O surfista profissional Peterson Rosa foi convidado por Eduardo Dalmora, prefeito de Matinhos, para assumir a Escola de Surf na cidade em que passou sua infância e começou a surfar.

Conhecido como Bronco, Peterson montou uma equipe de trabalho formada por profissionais de educação física, pedagogia e diversos instrutores.

Bronco, o educador físico Anderson dos Santos e o surfista profissional Maicon Rosa, irmão de Peterson, farão um curso de instrutor de surf promovido pela Ibrasurf em São Paulo para adquirir o conhecimento necessário para ensinar o esporte às crianças.

Vale lembrar que o projeto em Matinhos é o único que possui parceria com colégios municipais.

Por meio desta oportunidade oferecida a Peterson, ele pode revelar novos talentos para o município de Matinhos, como já ocorreu com Jihad Kohdr, Peterson Crisanto e Bruna Schmitz.

Peterson Rosa

Texto: Junior Pacheco

Fonte: Waves (http://waves.terra.com.br/surf/notici ... -ataca-de-professor/42977)

A responsabilidade de atuar em uma escola de surfe é grande e exige comprometimento, capacitação e dedicação. Mesmo um profissional como Peterson Rosa, com toda a sua experiência dentro d'água compreende estas responsabilidades e assume seu compromisso de estar utilizando das melhores técnicas de didática e metodologia. Veja o vídeo com as aulas:

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em 01-09-2010 22:00 (2592 leituras)
Instituto Adaptação E Surf

Veja a reportagem transmitida pelo programa da Rede Globo de Televisão, Esporte Espetacular, no dia 29 de agosto de 2010, a respeito do projeto de ensino de surf a deficientes pela ONG Adapt Surf, no Rio de janeiro! Uma bela demonstração de superação, força e coragem dos guerreiros do mar!


ONG ADAPTSURF
Associação Sem Fins Lucrativos
Inclusão e Integração Social das Pessoas com Deficiência
www.adaptsurf.org.br

As "Escolas de Surf" são um exemplo claro e prático de organização sustentável. Dentro dos principais pilares da sustentabilidade:
  • Ecologicamente correto na atuação junto aos turistas e banhistas para manter a praia e os oceanos limpos;
  • Economicamente viável, pois proporciona uma renda para atletas em épocas que não estão competindo e permite parcerias locais;
  • Socialmente justo, pois a maioria das escolas tem projetos de inclusão social e iniciação ao esporte de forma lúdica ou profissional;
  • Culturalmente aceito, porque no surfe não existe discriminação de qualquer tipo e atinge todas as idades, além de ser atividade terapeutica no tratamento de fobias e coordenação motora.
Veja mais:

Observação: Este vídeo foi encontrado no Youtube. Caso a emissora considere violação direitos autorais, nos comunique de sua insatisfação, que imediatamente retiramos do site.
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em 20-03-2010 23:20 (3141 leituras)
icone postado
09.12.2009 | Texto por Bruno Torturra Nogueira Fotos Guilherme Odri
Já investigamos muito o surf como esporte, lifestyle, cultura... Mas ainda sabemos pouco do que o surf é como exercício. Munidos de um relógio cheio de recursos, um medidor de lactato e um professor de educação física de primeira, levamos três surfistas ao mar para entender melhor o que acontece no corpo quando pegamos onda

Aleko Stergiou

Qualquer caboclo sedentário, em qualquer academia de meia-tigela, hoje em dia consegue, em questão de minutos, descobrir minúcias sobre como seu corpo se comporta durante exercícios. São eletrodos, sensores de diversas ordens e funções, testes respiratórios e bioquímicos... uma longa lista de avaliações em tempo real que mapeiam com precisão literalmente clínica o que cada esporte do planeta representa no corpo humano. Acontece que plugar um atleta em terra firme é mole. Em piscinas, equipamentos especiais também processam testes sutis com nadadores. Mas, até onde sabemos, não existem estudos muito sofisticados sobre as consequências fisiológicas de uma sessão de surf. Achamos uma boa ideia mudar um pouco essa situação.

Convidamos Carlos Cintra, especialista em fisiologia do exercício e professor de pós-graduação da Universidade Gama Filho (também presente nesta edição, com o relato de sua busca pela forma perdida), para testar três surfistas de biotipos parecidos e níveis diferentes de envolvimento com o esporte. Foram sessões realizadas na praia de São Pedro (litoral sul de São Paulo), no mesmo dia, uma hora para cada um. O primeiro surfista a entrar na água foi David do Carmo, 25 anos, santista e surfista profissional. Ele é nosso “heavy user”, o que mais compete e pega pesado. Em tese o mais bem condicionado. Em seguida caiu Igor Morais, 24 anos, de Maresias, um free surfer profissional, patrocinado para surfar, mas sem a necessidade de competir. Depois, um surfista amador, o agrônomo Léo Manzini, que costuma pegar ondas duas vezes por semana.

SESSÃO PUXADA
Para medir o nível de esforço, o gasto de energia e que tipo de impacto o esforço de uma hora de surf causa em cada um, vamos medir a distância que percorreram, os batimentos cardíacos, a velocidade média e o nível de lactato no sangue antes e depois das séries. Lactato é uma substância que as fibras musculares produzem em maior quantidade quando fazemos uma contração muscular mais potente – por exemplo, quando o surfista dá uma batida forte com a prancha.

Imagem: Aleko Stergiou

Carlos Cintra tira uma gota de sangue da orelha de Igor Morais e depois este vai para o mar

Carlos Cintra tira uma gota de sangue da orelha de Igor Morais e depois este vai para o mar

Carlos Cintra vai cruzar os dados de dois instrumentos para chegar a uma série de conclusões. Um deles é o Garmin Forerunner 305, um novo e sofisticado modelo de relógio que, além da hora, marca e grava batimentos cardíacos e determina com precisão a distância percorrida e a velocidade média através de um sistema de GPS. O outro é o lactímetro, medidor de lactato, que analisa gotas de sangue tiradas imediatamente antes e depois das sessões.

É evidente que um monitoramento mais sofisticado como os feitos em academias seria impossível. Computadores, eletrodos e a maioria dos instrumentos necessários ainda não estão disponíveis em versões à prova d’água. Mas perto do quase nada de estudos que temos depois de décadas de surf como esporte popular... é muito. “Vai ser bacana. Fazem isso com jogador de futebol e eu sempre tive curiosidade de ver isso no surf”, dizia Igor, atleta profissional que nunca soube como o surf é lido pelo seu corpo. David tinha outras expectativas: “Quero me conhecer mais, ver o que é necessário pra ter melhor desempenho”.

Cintra abriu seu laptop no porta-malas do carro e começou a colher alguns dados dos três. Altura, peso e frequência de treino. Em seguida, gotas de sangue e seus níveis normais de lactato. Tudo certo? Quase. O mar estava bem fraco. Ondas de meio metro, no máximo. Fator a ser considerado na interpretação dos dados recolhidos. Três horas depois, os números basicamente revelaram o quão puxada foi a sessão de surf para nossas cobaias flutuantes. E uma série de informações que revelam muito do que é o surf como atividade física.

A partir dos dados obtidos no teste, Cintra chegou às seguintes conclusões:

• Devido à grande variação de volume de treinamento que diferentes surfistas podem ter na mesma sessão, o gasto energético também pode apresentar grandes variações. Surfistas sentados na prancha no outside podem ter um gasto energético de 100 a 200 kcal em 60 min. No caso dos surfistas avaliados, o consumo de calorias foi de 808 kcal (David do Carmo), 730 kcal (Igor Morais) e 682 kcal (Léo Manzini). Para efeito de comparação, Cintra projetou o gasto calórico dos três em outras atividades. David consumiria em torno de 404 kcal em uma caminhada intensa, 1024 kcal em uma corrida muito rápida e 359 kcal em um treino de natação.

Aleko Stergiou

• Quando um surfista “de fim de semana” entra no mar de meio metro para fazer uma sessão de 60 min de surf, ele deve estar preparado para surfar pelo menos 4.000 m. Desse total, 7%, ou 280 m, serão surfados em onda e o restante 93%, ou 3.720 m, será remado. Isso revela como o surf pode ser um esporte “ingrato”. Como nas remadas há um esforço excessivo da coluna em hiperextensão, muitos surfistas apresentam problemas na região lombar e cervical. A melhor recomendação é que o surfista faça uma série de abdominais na areia depois da sessão com o objetivo de compensar o desgaste.

• Apesar de “ingrato”, o surf é um esporte completo. Trabalha força (necessária na hora de subir entrar na onda e desenvolver velocidade) e aumenta a capacidade de movimentação do corpo. A dinâmica da onda obriga a movimentos sutis e complexos, para que o corpo permaneça estável. O exercício desenvolve a propriocepção, que aumenta o gasto de energia no exercício e a qualidade dos reflexos.

Agradecimento: Roche

COMO FOI CADA UM

1 – David do Carmo – Sem dúvida o mais bem condicionado dos três. Acostumado com sessões muito mais longas, de até 210 min, e mais puxadas do que a média, seu organismo tirou de letra. O volume surfado e remado foi consideravelmente maior do que o dos outros dois. Isso se deve claramente à maior eficiência de seus movimentos. Seja pela técnica, que faz cada gesto do surfista render mais, seja pelo volume de treino que condiciona seus músculos a fazer os exercícios com muito menos gasto de oxigênio.

2 – Igor Morais – Free surfer que é, tem um surf mais calmo e seletivo. Gosta de ficar mais parado esperando a série no outside, escolhe melhor a onda. Mas, pelos resultados depois dos momentos de esforço, ele se beneficiaria com treinos mais puxados, que melhorassem sua resistência. Tanto que seus batimentos cardíacos ficaram na mesma média de Leonardo, e ele teve o maior pico de batimentos entre os três.

3 – Leonardo Monzani – Pegou uma condição de mar nada boa, mas seu treino foi forte. Sempre parece estar buscando diferentes posicionamentos para entrar em diferentes ondas, sem parar 1 min sequer. As mesmas características de David do Carmo, só que peca pela falta de volume de treino, por isso seu corpo sente mais, e o esforço se evidencia em todos os testes feitos.

Deslocamento na água

Treinador de pulso

Imagem: Aleko Stergiou

Igor Morais e o relógio laboratório

Igor Morais e o relógio laboratório

Na avaliação dos surfistas utilizamos o relógio Garmin Forerunner 305 (R$ 1.265), com medidor de velocidade, distância percorrida por GPS e batimentos cardíacos – dados que podem ser transferidos facilmente a qualquer computador. O fabricante não recomenda a utilização do relógio no mar. Apresenta o modelo apenas como resistente à água. Carlos Cintra, que já havia utilizado o dito-cujo na piscina, arriscou seu brinquedinho e o levou à sessão. Funcionou, e o relógio não apresentou defeito algum nos dias seguintes. O fabricante, no entanto, oferece o Garmin Forerunner 310 (R$ 1.560), esse sim à prova d’água oficialmente. Mas que não inclui o medidor de frequência cardíaca, que não tem garantia de total eficiência em contato com a água. Quer um deles?

Fonte: http://revistatrip.uol.com.br/revista/184/reportagens/surf-20.html

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  em 30-11-2009 22:30 (5885 leituras)
Giorgia Enae Martins
Bolsista PET- Educação Física/UFSC
Aluna da Graduação em Educação Física – Licenciatura/UFSC

Resumo: Entendendo o espaço escolar atual, enquanto carente de novas propostas educativas, e ainda levando em conta a influência sobre a sociedade das tecnologias de informação e comunicação, as mídias, este trabalho propõe a utilização do conceito mídiaeducação aliado ao conteúdo do Surf na Educação Física Escolar.

Palavras-chave: Mídia-educação, Surf, Educação Física Escolar.

A infância e a adolescência têm fundamental importância para o desenvolvimento do ser humano, pois é nestas fases que o sujeito passa pela maioria dos processos orgânicos, psicológicos e sociais. Neste período ela se depara com situações até então nunca vividas, de modificação corporal, amadurecimento psicológico, e principalmente, de posicionamento frente à sociedade, e parte significativa dessas “trans-formações” se dão no ambiente escolar.

A escola representa uma instância da sociedade incumbida de funções educativas, sociais, formativas, entre outras, a serem cumpridas dentro de determinadas regras, diretrizes e combinados, no intuito de garantir o desenvolvimento e a formação humana por meio de vivências e experiências que permeiam o processo ensino-aprendizagem. Para Michels (2006) o ensino sistematizado e a transmissão de valores, são ações educativas compreendidas pela escola de maneira integrada, que por assumir o papel de agente transformador da sociedade, é produto e produtora de relações sociais.

No entanto as propostas de ensino, as concepções pedagógicas e o currículo não são construídos conforme os anseios e os objetivos dos alunos juntamente com o corpo docente comprometido com a educação. A estrutura de ensino escolar atual é determinada por uma realidade política e quantitativa, em busca do aumento de estatísticas, sem o devido cuidado com a qualidade do ensino e com aqueles que vivenciam o espaço escolar. Padilha (2001) propõe uma forma de organização escolar onde o planejamento, não mais, funcione como argumento administrativo e burocrático somente, mas como forma de estabelecer diretrizes norteadoras da educação.

O ensino deve ser socializado por todos os agentes da escola comunicando-se e utilizando diversas formas de comunicação, pois estas interagem e integram os indivíduos que a constroem. Independentemente do meio que se utilizem para transmitir informação e conhecimento, as relações sociais ficam implícitas neste processo. Grande parte destes mecanismos de transmissão de informações encaixa-se na categoria midiática. Na sociedade,
esta é utilizada, em sua maioria, como forma de transmissão de informações em massa, com objetivos condizentes com a lógica mercadológica e individualista vigente nos dias atuais. Na escola, local onde os meios de comunicação poderiam/deveriam ser utilizados de forma re-significada, as mídias são simplesmente consumidas, com pouca ou nenhuma contextualização. Esta relação simplista com os meios de comunicação e acesso a informação reduzem as mídias à somente suas funcionalidades e não como elemento educativo. Para que a escola promova essa articulação, deve buscar alternativas de produção de conhecimento e de socialização, utilizando meios e linguagens inovadoras, com embasamento, interesse e responsabilidade.

A linguagem oral reproduz a construção do pensamento de forma simplificada, e facilmente conturbada por mecanismos de violência, desrespeito e até de submissão. Portanto uma proposta que una categorias midiáticas diversas a conteúdos escolares, incentivada pelo conceito de Mídia-educação, em que o aluno participe desde a organização e construção até o resultado final do ensino, utilizando a mídia como veículo mediador e objeto da prática, caracteriza um ensino complexo, rico e que busca o desenvolvimento do aluno/ser humano de forma integral e atual.

Mais especificamente nas aulas de Educação Física, os conteúdos devem condizer com a realidade da cultura corporal presente naquela comunidade ou localidade, já que as especificidades dos indivíduos diferenciam-se de acordo com as características ambientais em que estes se constituíram. Um ótimo conteúdo para se trabalhar nas aulas de Educação Física em escolas de cidades litorâneas, é o surf, por ser uma realidade presente no dia-a-dia do indivíduo residente em proximidades de praias. Mas o professor deve se perguntar: Como ensinar o surf dentro da escola? Este desafio pode estimular a criatividade do professor, assim como o interesse dos alunos pelo novo, de forma a incitar novas ferramentas metodológicas de ensino que se agreguem a formação humana, e é aí que entra o conceito de Mídia-Educação em uma proposta pedagógica com o conteúdo do surf nas aulas de Educação Física.

“Estamos sendo educados por imagens e sons e muitos outros meios provindos da cultura das mídias, o que torna os audiovisuais um dos protagonistas dos processos culturais e educativos, e a escola precisa redimensionar tais potencialidades”. (Fantin, 2006)

O objetivo desse estudo é buscar no conceito Mídia-educação ferramentas de se trabalhar o surf na escola, de forma a aumentar a bagagem de conteúdos a serem trabalhados nas aulas de Educação Física. Reconhecendo a mídia como elemento presente na atualidade, esse trabalho propõe a utilização e estudo das características midiáticas em meio ao conteúdo do Surf nas aulas de Educação Física na escola.

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