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em 14-02-2012 22:30 (1906 leituras)

Essas lindas imagens foram feitas com câmeras GoPro HD em linha, que disparando de forma conjunta criam esse efeito de “congelado no tempo” e uma combinação de ângulos entre elas cria o efeito de rotação de perspectiva.

Essa câmera GoPro é realmente a melhor para esse tipo de captura de cenas de ação, estou namorando comprar uma faz tempo, procurem por vídeos dela no youtube para ver a qualidade das imagens.

 

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em 04-12-2011 23:00 (1570 leituras)

Até o Rob Machado já aderiu - e curtiu!. Ele e alguns amigos fizeram, no final de Novembro, um SUP downwind saindo de Turtle Bay e terminando em Waimea. Em condições bem difíceis ele se saiu muito bem e, chegando em Waimea, ainda trocou de SUP e pegou umas "marolinhas" experimentando a sensação de deslizar sobre as ondas em uma dimensão totalmente diferente daquela à qual ele está acostumado. Saiu da session com um sorrisão de orelha a orelha... ;D

Confira o vídeo:

Fonte: parafinamag

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em 21-11-2011 12:54 (1878 leituras)

Câmera caiu de prancha e passou semanas na água; ela foi encontrada por outros surfistas que reconheceram o dono na praia através das fotos.

Um surfista australiano recuperou uma câmera filmadora que havia caído de sua prancha e descobriu que a máquina continuou filmando por 40 minutos, revelando imagens de peixes e do fundo do mar.

Veja o vídeo

Adrian Jenkins tinha uma câmera de surfe GoPro acoplada à sua prancha, ligada, quando ela foi derrubada na água acidentalmente na praia de Kirra Point, em Queensland, em outubro.

'Eu fiquei arrasado, pensando que nunca mais encontraria a câmera', disse ele.

Matéria completa no G1: http://g1.globo.com/mundo/noticia/201 ... gens-do-fundo-do-mar.html

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em 05-10-2011 23:00 (3073 leituras)

Pranchas de surf com luzes LED

As pranchas ficam brilhantes e, aliado aos movimentos que os surfistas fazem, resultam em imagens impressionantes   
   E se você olhasse para o mar, em uma noite escura, e enxergasse um ponto luminoso deslizando pelas ondas? Sinistro, né? Provavelmente, você estará diante de uma das pranchas projetadas por Juan Mari Indo, pela marca de surf Pukas.
   Luzes LED foram instaladas nas pranchas para aumentar a diversão dos surfistas. Assim, elas ficam brilhantes e, aliadas aos movimentos que os surfistas fazem, resultam em imagens impressionantes.
     O projeto surgiu em março, com a prancha-conceito. Porém, Indo se aperfeiçoou e mais 3 foram feitas, trazendo ainda mais componentes luminosos. Somente 4 pranchas foram fabricadas pela empresa.
Juan Mari Indo é artista, aventureiro e decorador e foi um dos responsáveis pelo sucesso do projeto.
 

Veja abaixo 2 vídeos: o primeiro é uma demonstração de como as pranchas ficam em uma noite escura; o segundo é de Juan explicando como elas funcionam.

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  em 15-05-2011 19:30 (2284 leituras)

Chicho Huamanchumo proptrietário da Muchik Surf School esteve em um evento da ACES contando sobre a cultura milenar do surf no Peru e mostrando sobre as origens do surf, que em sua cultura tem registros de mais de 3.000 anos antes de Cristo, quando seus ancestrais utilizavam “Caballitos de Totora” conforme vemos no vídeo a seguir:

Estas "pranchas" de palha são os Caballos de Totora, as embarcações mais antigas das américas. Os pescadores da região as usam a mais de 4.000 anos e quando voltam da pesca, eles "surfam" as ondas até a areia. Caballito de Totora é o nome do Surfboats típica peruana, feita de um tipo watergrass, típica desta região. Originalmente usado por pescadores, o caballitos são uma ferramenta versátil para navegar nas águas. Sofia Mulanovich, juntamente com surfistas de classe mundial júnior e Sally Fitzgobbons Nadja de Col mudaram suas placas do tipo antigo para testar a qualidade desses barcos de surf peruano, que tem milhares de anos de história.

Na Foto: Chicho Huamanchumo, Marco Antônio Gorayeb, Roger Souto Mayor

Na Foto: Chicho Huamanchumo Campeão Master do circuito Peruano em 2010

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em 04-05-2011 23:00 (2363 leituras)

Esta foto foi uma das premiadas em 2008.

Kerby Brown rides a huge wave in an undisclosed location southwest of Western Australia July 6, 2008, in this picture released November 7, 2008 by the Oakley-Surfing Life Big Wave Awards in Sydney. Picture taken July 6. (REUTERS/Andrew Buckley). #

Kerby Brown em uma onda enorme em um local não revelado do sudoeste da Austrália Ocidental, 06 de julho de 2008, em imagem liberada 7 de novembro de 2008 pela Oakley Surfing Life Big Wave Awards, em Sydney. Foto tirada 06 de julho. (REUTERS/Andrew Buckley).

Kerby Brown rides a huge wave in an undisclosed location southwest of Western Australia July 6, 2008, in this picture released November 7, 2008 by the Oakley-Surfing Life Big Wave Awards in Sydney. Picture taken July 6. (REUTERS/Andrew Buckley).

Fonte: [bigpicture]

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em 04-05-2011 22:23 (1978 leituras)

A série da BBC que será lançada chamada “South Pacific”, os cinegrafistas criaram fantásticas cenas com uma câmera TyphoonHD4 HD, que custa U$ 100 mil, em belíssimas cenas slow motion, como você pode ver no vídeo a seguir:

Filmando com 20 vezes mais quadros que em uma câmera de alta resolução normal esta câmera aparentemente doi a primeira a capturar vórtices espiralantes de ondas enormes em uma qualidade tão alta. O cameraman Rudi Diesel fala no filme que “provavelmente foi a melhor cena” de sua vida.

Fonte: [hypescience]

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em 14-04-2011 22:30 (2963 leituras)

Ana Carolina Motta é a nova colunista da FOCOSURF.

Carol nascida aos 14 de Setembro de 1979, é formada em Administração de empresas e administradora do Salva Surf Escola,escola vertente do Salva Surf Resgate,que acompanha os campeonatos de surf pelo Brasil,fazendo a segurança aquática e que conta em sua equipe profissionais do mais alto nível, a maioria ex surfistas profissionais. A escola é pioneira em Santa Catarina.Realiza trabalhos sociais e ministra aulas de surf na Ilha de Florianópolis. Apaixonada pelo surf,assim como o mar e as ondas, encontrou na arte uma forma de desenvolver uma série de trabalhos tendo o surf como elemento principal.Inovando o cenário da surfart nacional e unindo a cada dia esses dois expoentes,o surf e arte, que além compor seu dia a dia no trabalho os tornam mais especiais ao vivenciá-los na prática. Realizou diversas mostras do seu trabalho, principalmente em campeonatos de surf,onde costuma trazer mais conforto aos atletas com suas peças geralmente expostas nas áreas dos atletas. Em sua coluna pretende relatar notícias da surfart nacional e internacional,trazendo aos leitores curiosidades diversas no mundo da arte e do surf.

 

Matérias publicadas:

A diretoria da ACES parabeniza a Carol por este novo projeto e deseja muito sucesso!

ALOHA

Local: Florianópolis/SC

Outros Contatos: www.salvasurf.com.br / FBook:carol motta / surfartdecor / salva surf escola

Link da matéria: FOCOSURF

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em 28-03-2011 22:30 (3847 leituras)

O surf é um esporte repleto de desafios, superações e principalmente de renovações. Tudo vem se renovando e o uso da tecnologia é feito sempre focado na evolução do esporte.

Hoje, entretanto trazemos uma novidade que vai atrair a mulecada mais nova. Se você tem filho, não surfa ou é merrequeiro mesmo, arrumamos a diversão ideal para você poder botar pra dentro sem medo de ser feliz. O RC Surfer é o surfista de controle remoto que tem movimentos e a velocidade semelhantes a de um surfista na onda. O brinquedo vem se tornando a nova febre da mulecada no exterior e pelo visto a moda já já pega aqui no Brasil.

Confira o vídeo abaixo.


Vi na http://gosurf.blog.br/

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  em 07-03-2011 23:20 (4284 leituras)

O surf mundial ganhou um aliado importante nesta semana. Desenvolvido pela companhia espanhola chamada Pukas – empresa que trabalha com fabricação de pranchas de surf, em parceria com a Tecnalia, cujo negócio é criar equipamentos para o esporte, o Tecnalia Surfsens permite que os movimentos dos surfistas na água sejam monitorados e registrados. 

O funcionamento dele é possível graças a um giroscópio, um acelerômetro, um GPS, um medidor de força e um sensor de pressão, que medem a velocidade da manobra e altura das ondas atingidas pelo atleta em cada movimento.

A intenção é ajudar os jurados que participam das competições deste esporte a não perderem momentos importantes da performance do atleta, devido à dificuldade que existe em enxergar o surfista durante todo o tempo da apresentação. Desta forma, nada mais será perdido e as pontuações serão mais justas do que nunca!

Todos os dados coletados pelo equipamento são enviados para um computador, localizado em terra em firme, junto dos jurados. A partir deste momento, é possível analisar as informações sobre a atuação do surfista e tirar conclusões consistentes sobre o desempenho total apresentado durante a prova.

Segundo os testes realizados, a aprovação dos surfistas ainda não é algo totalmente conquistado. Um dos atletas a testar esta tecnologia relatou ter sentido a prancha mais pesada dentro d’água. Porém, conforme o que foi informado pelos idealizadores, o aparelho soma apenas 650 gramas ao peso da prancha. Resta aguardar os próximos capítulos escritos a partir desta novidade.



Fonte: http://www.pukassurf.com/new.php?id=1019

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em 03-03-2011 11:19 (2174 leituras)

Musa do bodyboard volta a surfar após sobreviver a cirurgia na cabeça

Bete Pereira removeu um tumor de 4cm e, recuperada, tenta retornar às competições, entre bicos como faxineira, modelo e apresentadora no Havaí

Por Gabriele Lomba Rio de Janeiro

Bete Pereira bodyboard (Foto: Arquivo Pessoal)

O último inverno havaiano foi um recomeço para Elizabeth Pereira, uma baixinha que provoca espanto ao revelar sua idade: 34 anos. Mais espanto ainda quando conta com naturalidade que, em abril, estava dentro de uma sala de cirurgia, diante do risco de morrer ou de ficar paralisada. A bodyboarder retirou um tumor da cabeça. Aos poucos, foi ganhando confiança e voltando ao mar. Encarou Pipeline, o mais famoso pico de surfe do mundo. Sentiu, de novo, que estava de volta ao esporte.

Bete é uma personagem importante no universo do bodyboard. Além de competir, ela dava clínicas do esporte, participava de um projeto social e tentava organizar campeonatos no litoral sul de São Paulo. Em 2008, foi passar férias no Havaí e acabou ficando por lá.

No paraíso do surfe, um rotina pouco glamourosa. Assim como a maioria dos bodyboarders e surfistas que deixam o Brasil para morar no Havaí, ela se sustenta fazendo bicos. Mas o principal deles, a faxina - paga muito bem, ela lembra -, agora se tornou um risco por causa dos produtos químicos. Modelo fotográfica nas horas vagas, está tentando dar os primeiros passos na carreira de apresentadora de TV.

- Acho que o Havaí me salvou. Se morasse no Brasil, não sei se teria me preocupado em saber qual era o meu problema.

Bete Pereira bodyboard (Foto: Arquivo Pessoal)Bete voltou a surfar no ano passado
(Foto: Arquivo Pessoal)

Era um dia de agosto de 2009. Bete, depois de pedir emprestado o carro do campeão mundial Paulo Barcellos, saiu do North Shore rumo a Honolulu, junto com uma amiga. Na estrada, desmaiou ao volante. Ao acordar, segundos depois, não se lembrava do que tinha acontecido. Voltou a dirigir e, imediatamente, a ser seguida por três viaturas policiais. A amiga, desesperada, gritava para que ela encostasse o carro no acostamento. Dentro do cérebro da bodyboarder, as informações pareciam não fazer sentido nenhum.

Bete foi levada a um médico, mas, do diagnóstico - um tumor benigno de 4 centímetros - até a operação foram necessários seis meses. O risco era tamanho que não foi possível retirar todo o tumor. Em vez de quimioterapia, preferiu tentar tratamentos alternativos. A cada cinco meses, é submetida a novos exames.

Bete Pereira bodyboard (Foto: Arquivo Pessoal) 
Bete ainda faz faxina, mas vai começar a trabalhar como apresentadora (Foto: Arquivo Pessoal)

- Eu podia morrer na cirurgia ou então ficar paralisada, caso uma veia fosse atingida. Retiram 60% do tumor. Depois, uma médica, pensando no meu bem, claro, disse que eu ia morrer se não fizesse radiação. Controlo com medicina chinesa, homeopatia e dieta. Fiz o último exame em setembro. Está tudo ótimo, mas tenho que controlar isso pelo resto da vida.

Antes do incidente, Bete tinha certo medo do mar. Surfava com um olho nas ondas, outro no horizonte. Temia ser atacada por um tubarão. Um mês depois da cirurgia, quando tirou os grampos da cabeça, entrou pela primeira vez na água. Sem medo.

- Deitada na cama do hospital, quando vi todo mundo com cara de choro, jurei que, se tivesse uma chance de viver de novo, levaria uma vida muito melhor. Quero ajudar quem passa pelo mesmo problema. Voltar a fazer um trabalho social, mostrar que é possível se curar.

Vi no GloboEsporte.com

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em 15-12-2010 23:59 (1920 leituras)

Neste exato momento, enquanto os melhores surfistas do mundo disputam a última etapa do WT nos clássicos tubos do Billabong Pipeline Masters in memory of Andy Irons, a Billabong Brasil lança um desafio: é possível fotografar o Espírito Aloha? Publique no mural de nossa página oficial no Facebook uma foto original que represente o Espírito Aloha para você. Pode ser uma surftrip que você fez, uma onda que você pegou. Use sua criatividade para expressar esse sentimento que pode ajudar a mudar o mundo.

 

 

Para os antigos nativos havaianos, o surf era mais do que um esporte ou uma forma de expressão. Surfar era um gesto espiritual, um ritual de conexão com as forças divinas do oceano.  O Havaí, esse arquipélago de origem vulcânica, praticamente isolado na imensidão do Pacífico, sempre despertou o fascínio de colonizadores e visitantes, com sua natureza exuberante, suas praias paradisíacas e, sobretudo, seu povo e sua cultura.

 

Com a sabedoria de se proteger sem se fechar, o povo havaiano conseguiu preservar tradições seculares – muitas vezes, discriminadas – apesar das inúmeras invasões que sofreu no decorrer da história. Mas o que caracteriza essas pessoas? Que tipo de sentimento foi capaz de manter os havaianos unidos e abertos aos visitantes apesar de tudo? Uma lei estadual aprovada em 1986 ajuda a explicar como pensam. É o “Statuto Aloha” que, além de nomear oficialmente o Havaí como “Estado Aloha”, ainda reconhece a filosofia de respeito mútuo e afeto dos nativos.

 

Segundo este preceito legal, “Aloha é mais que uma saudação ou palavra de despedida. Aloha significa respeito mútuo, afeto e cuidado sem esperar nada como retorno. Aloha é a essência dos relacionamentos em que cada pessoa é importante para o próximo em nome da existência coletiva.” E vai além ao reconhecer o Espírito Aloha: “O Espírito Aloha é a coordenação de mente e coração de cada indivíduo. Ele traz cada pessoa para si mesma. Cada pessoa deve pensar e emanar bons sentimentos aos outros.

 

Este traço de caráter reconhecido em lei é facilmente percebido por quem visita o Havaí. O Espírito Aloha é uma referência para a grande maioria dos nativos que acreditam que dividir energia positiva é uma forma de se aproximar de “Mana”, a força divina.

 

Neste exato momento, enquanto os melhores surfistas do mundo disputam a última etapa do WT nos clássicos tubos do Billabong Pipeline Masters in memory of Andy Irons, a Billabong Brasil lança um desafio: é possível fotografar o Espírito Aloha? Publique no mural de nossa página oficial no Facebook uma foto original que represente o Espírito Aloha para você. Pode ser uma surftrip que você fez, uma onda que você pegou. Use sua criatividade para expressar esse sentimento que pode ajudar a mudar o mundo.

Regulamento no link: http://www.facebook.com/note.php?note_id=175142265840015

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em 16-11-2010 10:40 (2384 leituras)

Cinzas de Andy Irons se encontram com as águas do Havaí

 


A poesia de Andy Irons não precisava de tradução. Brasileiros, espanhóis, japoneses, todos, independente da língua falada ou da onda surfada, sabiam o significado da figura de Andy Irons.

12 dias após sua morte surfistas de todo o mundo se reuniram para homenagear a lenda do surf. O evento principal estava programado para acontecer na ilha havaiana de Kauai, berço da família Irons.
Cerca de 5 mil pessoas se reuniram na Baía de Hanalei. Familiares, amigos e admiradores para celebrar a memória de Andy Irons.

O irmão mais novo, Bruce deu início a cerimônia. A bordo de uma barco, Bruce conduziu a esposa de Andy, Lyndie e seus parentes mais próximos a bordo de um barco.
Em volta de um barco, um multidão assistiu as cinzas de Andy serem jogadas ao mar. Em cima da multidão helicópteros jogaram pétalas ao mar.

“Longa vida ao rei!” “Longa vida ao rei!” eram os gritos no meio do mar. A multidão jogava água para cima. Um momento mágico.

Do outro lado do oceano, em lugares como Austrália, Estados Unidos e Europa. Outros grupos de surfistas realizavam homenagens simultâneas em memória a Irons, foi um verdadeiro Aloha Global.

A memória de Andy ficará para sempre em todos os lugares que existirem alguém apaixonado pelo surf. A poesia de Irons foi perpetuada através fotos e vídeos – Longa vida ao rei!

Link do youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=cYxA5X8pEcE


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em 24-10-2010 19:30 (5241 leituras)

Revista Trip entrevista a surfista havaiana Bethany Hamilton, cuja história de vida vai virar filme

Autor do artigo: Redação Trip

Em Floripa a surfista havaiana Bethany Hamilton, que terá sua história contada em Soul Surfer, filme com lançamento previsto pra 2011.

A surfista perdeu seu braço aos 13 anos de idade no ataque de um tubarão quando surfava em Kauai, onde mora. Depois de aprender a surfar com apenas um dos braços, Bethany voltou aos campeonatos e compete de igual para igual contra as adversárias. Atualmente ela disputa o WQS, divisão de acesso à elite do surf feminino, o WCT.

O filme conta com a direção de Sean McNamara e tem em seu elenco Dennis Quaid, Helen Hunt, e interpretando Bethany, a atriz AnnaSophia Robb (a Violet Beauregarde da versão de Tim Burton para A Fantástica Fábrica de Chocolate).

Veja abaixo o bate-papo da doce Bethany com reporter da revista Trip.

Fonte: Revistra Trip

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em 20-10-2010 13:42 (1933 leituras)
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