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em 15-08-2011 16:30 (1649 leituras)

"Próspero", o Brasil vai elevando seu PIB e a classe média aumentando seu poder de consumo. Enquanto isso, a zona costeira do Brasil vem sofrendo impactos socioambientais nem sempre abordados pela mídia.

Para trazer alguns destes assuntos ao debate, entrevistamos o oceanógrafo e diretor-presidente do Instituto Maramar, que atua com pesquisa e políticas na área de pesca, mudanças climáticas, recursos hídricos e gerenciamento costeiro.

Para ele o que predomina "é uma lógica perversa no litoral", dominada pela lógica desenvolvimentista e que se expressa principalmente no ciclo "desmatamento-construção-ocupação".

No meio dessa crise, ele vislumbra potencial na ação de surfistas na proteção dos ecossistemas costeiros. Leia a entrevista completa...

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em 12-06-2011 17:40 (3458 leituras)

Documentário do shapper Filipe Blanco Barbosa, um profissional de atitude e que pode trazer uma visão inovadora e sustentável para o esporte. O Surf produz um grande impacto ambiental, em contrapartida com a filosofia de estar em contato direto com a natureza a matéria prima utilizada é proveniente do petróleo, a produção das pranchas gera resíduos tóxicos e ainda tem muita sobra não utilizada.

Surfista e fabricante de pranchas  Filipe Blanco Barbosa une sua paixão pelo o surf e a tradição familiar, começou a reutilizar os resíduos da fabricação das pranchas pra fazer produtos artesanais e até novas pranchas.

Um exemplo de que com boa vontade é possível fazer um trabalho fantástico para o esporte e para o meio ambiente. Sustentabilidade na prática.

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em 04-03-2011 00:05 (1725 leituras)

Brasil Surf Pro 2010 deixa legado de conscientização ambiental em Florianópolis

acontecendoaqui.com.br - 08/11/2010

A preocupação ambiental foi marca registrada da penúltima etapa do principal circuito de surf do país, que aconteceu de 3 a 7 de novembro, na Praia da Joaquina, na capital

08/11/2010 “Atingimos todos os nossos objetivos, e ainda superamos vários referentes à questão ambiental. Conseguimos sensibilizar um número considerável de pessoas que realmente se preocupam com o nosso ecossistema. Floripa foi uma ótima surpresa para nós”, comemorou Sérgio Mello, diretor da Brasil1 Esporte, empresa organizadora do evento.
 
Durante o campeonato, a Praia da Joaquina contou com lixeiras de coleta seletiva feitas de placas de tubos de pasta de dente recicladas, onde todo material reciclável foi encaminhado a um centro de triagem de resíduos montado no local. No sábado (6), houve um mutirão de limpeza dos microlixos que se acumulam nas praias que contou com a presença de cerca de 100 moradores da capital catarinense. Nos cinco dias do evento for\recolher 580 quilos de lixo na praia. Desses, 120 quilos eram orgânicos e o restante, 460 quilos, foi encaminho à cooperativa de reciclagem Pixurum.

O círcuito teve um espaço denominado “Surf e Sustentabilidade”, onde foram realizadas exposições sobre o impacto ambiental do plástico nos oceanos e contou com a presença da equipe do projeto Tamar. O público também recebeu dicas sobre sustentabilidade e consumo consciente.
 
Na noite do primeiro dia de evento, quarta-feira (3), houve ainda o Ecoencontro, um mini seminário sobre “Sustentabilidade e o Meio Ambiente Costeiro: Ameaças e Oportunidades”, que aconteceu no Hotel Praia Mole Eco Village. Na ocasião, estiveram presentes lideranças comunitárias, comunidade do surf, universitários, representantes do poder público e de ONGs da região.

Em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, o Brasil Surf Pro 2010 realizou visitas guiadas e atividades educativas gratuitas, que foram conduzidas pela educadora ambiental Bruna Nazzari. Segundo Glenn Subba, diretor da ONG Surfrider Foundation Brasil, 420 crianças da rede pública municipal de ensino foram atendidas com sólido embasamento pedagógico.

Além das ações promovidas pelo evento, a equipe composta por 300 pessoas que trabalharam no Brasil Surf Pro 2010, e ainda atletas e parceiros, também estiveram inseridos na mobilização ambiental, adotando atitudes sustentáveis no dia a dia da competição. Na estrutura do evento, não entraram copos de plástico, por exemplo, somente canecas de plástico reciclado de uso individual e reutilizável, mantendo-a em uso durante todo o campeonato. E ainda, a imprensa recebeu pen drives em forma de prancha feito de madeira certificada em áreas de manejo florestal e os atletas ganharam parafinas biodegradáveis de soja, uma parceria do evento com a Sticky Bumps. Toda a estrutura do evento, aliás, foi de material reaproveitado. O palanque onde trabalham diretores de competição, juízes, produção e imprensa, foi montado com placas de OSB (madeira reciclada) que se encaixam, assumindo o formato necessário para cada etapa. Dessa forma, a organização não precisou adquirir novo material para cada parada do evento e evitou deixar para trás restos de estrutura e resíduos nas praias por onde passou.

Lixo recolhido
140 kg – vidro
120 kg – orgânico
100 kg – microlixo
70 kg – papelão
45 kg – pet
40 kg – placa de alumínio
35 kg – plástico de filme
20 kg – plástico polipropileno
10 kg – tampinhas

ECOencontro divulga sustentabilidade no Brasil Surf Pro
O ECOencontro foi apresentado na quarta-feira (3), no Hotel Praia Mole Eco Village, pela Petrobras, a atletas participantes do Brasil Surf Pro e aos amantes dos oceanos. Na cerimônia de abertura, Roberto Vámos, representante da ONG The Climate Project no Brasil, falou sobre “Ameaça Silenciosa - impacto do aquecimento global e da poluição nos oceanos”. Em seguida, Glenn Subba, diretor da ONG Surfrider Foundation Brasil, que também atua como consultor ambiental do Brasil Surf Pro 2010, apresentou o Programa de Sustentabilidade do BSP 2010 - Parcerias e Resultados. Na ocasião, Glenn enfatizou a importância da conscientização ambiental pelas mãos dos surfistas. “A comunidade do surf no mundo é muito poderosa e articulada. Eles podem usar essa boa influência para gerar inúmeros benefícios à população em geral”.

Ao final do encontro, aconteceu o debate “Desafios e oportunidades ambientais na Ilha de Santa Catarina”, com participação de Fred Leite (presidente da Fecasurf), Julio Mudat (consultor ambiental da Fecasurf), Roger Souto Maior (presidente da ACES), Mario Pereira (analista ambiental ICMBio), Alexandre Castro (Instituto Ilhas do Brasil) e o surfista Guga Arruda.
 
Moradores de Florianópolis participam do mutirão de limpeza do Brasil Surf Pro 2010
Cerca de 100 pessoas participaram, no sábado (6), do mutirão de limpeza na praia da Joaquina, organizado pelo Brasil Surf Pro 2010, em parceria com a Associação de Surf da Joaquina e ONG Joaquina Surf Club. O foco deste ano foi atingir o público adulto sobre a importância da limpeza dos microlixos que se acumulam nas praias, sendo um dos principais problemas da poluição dos mares.

“Crianças e adolescentes são mais participativos nesse tipo de ação. Hoje, aqui na Joaca, procuramos focar no público adulto, e a surpresa foi boa. Os moradores de Florianópolis estão de parabéns”, afirmou a educadora ambiental do evento, Bruna Rocha Nazzari.

Para Jefferson Sperling Veloso, presidente da Associação de Surf da Joaquina, os trabalhos desenvolvidos na área ambiental trouxeram não só para a praia da Joaquina como também para Florianópolis um legado consistente. “As tarefas desenvolvidas em parceria com o Brasil Surf Pro, além da limpeza que foi feita na praia e nas dunas juntamente com toda a revitalização do local onde são realizados os campeonatos de surf, serviram para conscientizar ainda mais a comunidade local. Essa ação funcionou como uma escola educativa para nós”, finaliza Jefferson. 

BSP e Petrobras doam pranchas de surf a projeto social de Floripa
A interatividade com projetos sociais locais também foi uma preocupação do principal circuito de surf do Brasil. Ainda no sábado, o Brasil Surf Pro 2010, com o apoio da Petrobras, doou quatro pranchas de surf ao projeto Procurando Caminho – Resgatando Vida. “Trouxemos do Rio o coordenador da Rocinha Surf Escola, Ricardo Bocão, para nos representar na entrega das pranchas, que aconteceu durante o terceiro Festival de Surf do Procurando Caminho, na praia do Matadeiro. No local, os dois projetos puderam trocam informações essenciais”, contou Glenn Subba, diretor da ONG Surfrider Foundation Brasil.

Com a preocupação de tirar crianças e adolescente do ócio, o Procurando Caminho - Resgatando Vida, do Centro Cultural Escrava Anastácia, oferece a prática do surfe e de outras atividades de aventura como prevenção e opção às drogas e à criminalidade. Outro ponto fundamental é mostrar aos jovens de comunidades menos favorecidas da grande Florianópolis que o esporte pode ser uma alternativa e que existe uma chance de superação através dele.conta hoje com cerca de 100 jovens da Grande Florianópolis participando de suas atividade.  

O Brasil Surf Pro 2010, que conta com os principais atletas de surf do País em busca do título de campeão brasileiro além da premiação recorde de R$ 1 milhão, foi realizado pela Brasil1 Esporte, com patrocínio da Petrobras, Skol e Hawaiian Dreams (HD), apoio da Azul - Linhas Aéreas Brasileiras, dos canais SporTV e Multishow, Editora Globo (Revistas Época e Época Negócios) e da TV Jam. O campeonato conta com recursos da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, organização da Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp) e produção da MaxSports. Esta quarta e penúltima etapa, na Praia da Joaquina, também conta com apoio da Prefeitura Municipal de Florianópolis, por meio da Fundação Municipal de Esportes, da Federação Catarinense de Surf - Fecasurf, e da Associação de Surf da Joaquina - ASJ.

Mais informações no http://www.brasilsurfpro.com.br/pro/.

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em 16-12-2010 00:10 (2774 leituras)

Clínica de Surfe e Sustentabilidade acontece em Bertioga


Integrando a programação das atividades de verão do SESC-Bertioga/SP, a Ecosurfi realiza a partir dessa sexta-feira (17/12), a “Clinica de Surfe e Sustentabilidade”, que vai proporcionar aulas de surfe e sensibilização ambiental aos sócios da instituição durante todas às sextas-feiras do mês de janeiro.
Mais detalhes no link: http://ecosurfi.blogspot.com/2010/12/ ... e-e-sustentabilidade.html
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em 16-12-2010 00:10 (2987 leituras)

 "Ver tanto desperdicio é um absurdo". Essa foi a primeira frase que José Alcino Alano disse em entrevista ao Vida Orgânica, ao justificar a sua criação, um aquecedor de água feito de materiais recicláveis. O eletromecânico aposentado contou que estava prestes a comprar o aparelho convencional para sua casa, em Tubarão, Santa Catarina. Mas resolveu se dedicar à criação de um equipamento caseiro e ecológico. Criou um aquecedor solar com garrafas PET, embalagens longa vida e canos de PVC.

O desperdício a que José Alano se refere vale tanto para os resíduos recicláveis – que, na maior parte, acabam nos lixões – quanto para o "desperdício" da energia solar, por não ser aproveitada. "O trabalho é para chamar atenção sobre o lixo e a energia solar tão pouco utilizada", diz Alano. A ideia ganhou força e foi adotada pelos governos de Santa Catarina e Paraná, através de projetos que proporcionam a famílias de baixa renda a redução dos custos com eletricidade. "Em média, o aquecedor cobre de 20% a 30% da energia utilizada na residência. Quanto menos eletrodomésticos, mais a energia solar pode dar conta do consumo total", explica José Alano. "Além do retorno financeiro, contribui para reduzir a demanda dos sistemas de geração e distribuição de energia elétrica nos horários de pico".

O benefício ambiental acontece de diferentes maneiras. Para uma moradia com até quatro pessoas, o aquecedor leva 240 garrafas plásticas e 220 caixas de leite. Além disso, utiliza uma fonte de energia renovável, a luz do sol. "É o aproveitamento dessa energia que é gratuita e democrática, que é o sol que nasce para todos", destaca José Alano.

Os canos de PVC são instalados dentro das garrafas PET, que têm a base cortada e levam recortes das embalagens longa vida. Ao passar pelos canos, a água chega aos 38°C no inverno. No verão, pode passar dos 50°C. O equipamento não exige muita manutenção. O ideal é que as garrafas sejam trocadas a cada cinco anos e que as peças sejam bem lavadas antes da montagem.

A criação foi patenteada e não pode ser comercializada. Com a família, José Alano escreveu um manual e disponibiliza na internet todas as informações sobre o funcionamento e a montagem do aquecedor. O inventor garante que o equipamento pode ser construído por qualquer pessoa, basta seguir as instruções e ter paciência (clique aqui para acessar o manual). "Procuramos utilizar ferramentas simples, que as pessoas têm em casa".

A criação é de 2002 e continua ganhando adeptos. O estado do Rio de Janeiro deve lançar, em breve, projeto com o aquecedor ecológico. Em São Paulo, uma academia de esportes instalou o equipamento para aquecer a piscina térmica. Em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, o Centro de Atendimento da Criança e do Adolescente AABB Comunidade também construiu o aparelho.

Que tal?

Procure a secretaria de meio ambiente do seu município e verifique se há algum projeto envolvendo aquecedores solares. Se não houver, sugira!

 

Links
- Download do manual para construção do aquecedor solar: www.celesc.com.br (link "Manual Aquecedor Solar") ouhttp://josealcinoalano.vilabol.uol.com.br/manual/manual.pdf
- Vídeo sobre os três aparelhos criados pela família Alano para corte e dobra de embalagens longa vida e corte de garrafas PET:www.youtube.com/watch?v=c-Y5AwFuTGU

Fonte: http://www.inteiroambiente.com/

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em 09-11-2010 01:50 (5380 leituras)

OS DEZ MANDAMENTOS DO SURFISTA SUSTENTÁVEL

A organização do Brasil Surf Pro, o Campeonato Brasileiro de Surfe Profissional, criou um termo de compromisso com dez mandamentos para o surfista sustentável. O termo foi assinado por mais de 60 surfistas na segunda etapa do BSP, na Praia do Cupe, em Ipojuca (PE). O documento tem o objetivo de comprometer os atletas com o tema da sustentabilidade.

Após ler o artigo complemento com algumas reflexões.

Confira os 10 mandamentos e as suas respectivas reflexões:

reciclagem01 1.    Cuide do seu lixo – Se estiver dentro da água ou na praia recolha o lixo e deposite-o na lixeira. Cuidado especial com sua parafina usada, nunca descarte-a na areia da praia.  Sempre que possível recicle, principalmente em casa!

Isto é muito importante, mas já não é suficiente. Não podemos mais virar os olhos para os erros dos outros. Se algum turista desavisado ou nativo mal educado proceder de forma a sujar a praia ou locais de difícil acesso, junte este lixo. Leve sempre contigo as sacolas do mercado que você não deveria pegar, mas por falta de costume acabou pegando,  coloque este lixo dentro do saco para enfim, este saco, ser uma solução ao invés de um problema.

Com a parafina o ideal seria criarmos centros de coleta, locais onde os surfistas mais frequentam poderiam ter um recipiente de coleta deste material que poderia ser utilizado em outros fins mais nobres como artesanatos ou cera para madeira.

“Tente mover o mundo - o primeiro passo será mover a si mesmo.”
Platão

ecopasso04 2.    Preserve a vegetação nativa da praia – Cuide bem, pois ela garante a biodiversidade e evita a erosão na praia. Seja proativo, em áreas degradadas plante espécies nativas do bioma.

Além de tentarmos ao máximo não interferir com a vegetação nativa, devemos passar esta atitude para frente e não deixarmos que outros conhecidos ou turistas interfiram neste bioma ou façam fogueiras na praia, cedo ou tarde este material será usado para alimentar o fogo.

“A base de toda a sustentabilidade é o desenvolvimento humano que deve contemplar um melhor relacionamento do homem com os semelhantes e a Natureza.”
Nagib Anderáos Neto

61173,1150075825,1 3.    Mobilize as associações de surf  locais – Estimule sempre que possível as práticas responsáveis com relação ao meio ambiente costeiro principalmente durante a realização de campeonatos. Os eventos são uma plataforma para comunicar, sensibilizar e educar o público, faça a sua parte.

Temos que pensar fora da caixa, além de surfistas e parceiros, devemos interagir com outras entidades locais ou mesmo de outras regiões. Trazer para perto do surf conhecimento de biólogos, oceanógrafos, ambientalistas, artistas. Criar eventos multidisciplinares agregando todo o tipo de conhecimento possível. O custo disto pode ser alto, por isto envolver órgãos municipais ou escolas para somar forças.

“Aprender é mudar posturas.”
Platão

emprego 4.    Contagie o seu patrocinador nessa luta -  Estimule práticas sustentáveis dentro da industria do surfe. A sustentabilidade já é uma realidade, faça as escolhas certas.

O patrocinador poderá fortalecer muito mais a marca apoiando estas iniciativas e terá maior visibilidade para dentro e fora do mundo do surf. Crie oportunidades para que o patrocinador possa ter mais visibilidade e tornar mais ampla a parceria.

“Ninguém pode achar que falhou a sua missão neste mundo, se aliviou o fardo de outra pessoa.”
Charles Dickens

ecopasso03 5.    Seja um surfista amigo do planeta – Procure saber como você pode neutralizar os gases de efeito estufa e se tornar um surfista carbono neutro. Os quilômetros percorridos nas viagens de carro, voos ou barcos emitem CO2 e contribuem para o aquecimento global. Ande sempre que possível de bicicleta, a pé ou use transportes públicos.

Seja mais solidário. Entre em contato com amigos para dar carona, informar qual é a melhor praia para prática no dia e vão juntos, afinal em um carro cabem 5 pessoas. Caso não faça isto vocês dois se encontraram no mesmo local, saindo do mesmo destino e consumindo a mesma quantidade de combustível e tempo, sendo que isto poderia ser dividido em duas, três ou quatro vezes.

“A consciência é o melhor livro de moral e o que menos se consulta.”
Blaise Pascal

terra 6.   Seja um exemplo – Envolva-se em causas socioambientais na sua cidade. Empreste a sua imagem a essas causas e denuncie impactos e agressões ao meio ambiente. Dê o exemplo!

Não podemos mais esperar que o poder público nos atenda, temos que arregaçar as mangas e lutar por tudo que nos é direito e por ideais de valor comum. Somente quem vive no local sabe dos problemas mais comuns. Encontre solução e quando pedir apoio de algum órgão público chegue já com um planejamento do que seria ideal para solução.

Tenha um pensamento global e aja localmente. Tenha um pensamento local e aja globalmente.

“Se fracassar, ao menos que fracasse ousando grandes feitos, de modo que a sua postura não seja nunca a dessas almas frias e tímidas que não conhecem nem a vitória nem a derrota.”
Theodore Roosevelt

economiaenergia 7.    Confira se o fabricante da sua prancha é eco-correto - A maioria dos shappers não destinam os resíduos da fabricação das pranchas de forma correta, eles são altamente tóxicos ao meio ambiente. Procure se informar, cobre uma postura correta.

Comece a se relacionar com profissionais que tenham conduta correta e fornecem um destino digno para seus resíduos, se apoiarmos que polue estamos contribuindo ou sendo cúmplices da agressão praticada. É como ser conivente com a atitude incorreta, e isto não é correto.

O desenvolvimento tecnológico e a biodiversidade têm crescido, respectivamente, em proporções inversas nos últimos séculos.”
Rinaldo Pedro

021esportes-messbrasil

8.   Seja um surfista verde – Pratique o consumo consciente no seu dia à dia. Comece com o simples ato de retirar da tomada todos seus equipamentos eletrônicos quando sair para surfar ou viajar. Diga não ao plástico, use somente sacolas reutilizáveis. A sua atitude faz a diferença.

Estenda esta atitude para sua família e amigos, você pode até ser tachado de “biodesagradável”, mas no fundo de seus pensamentos, eles sabem que tem razão e vão apoiar. É muito difícil mudar centenas de anos de uma cultura consumista e um comportamento herdado de gerações e gerações e que vem causando um grande impacto sobre o planeta e o meio ambiente. Mas não é impossível.

“Uma grande jornada começa com o primeiro passo.”
Provérbio Chinês

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9.    Pratique o turismo sustentável – Hospede-se sempre que possível em hotéis e pousadas que utilizam recursos naturais como energia solar, captação de água da chuva, reaproveitamento de água do chuveiro para uso sanitário e coleta seletiva do lixo. Pesquise pois essas opções existem!

É necessário um outro tipo de visão para se construir um ambiente sustentável. Precisamos prestigiar estas iniciativas e vivenciar um pouco deste experiência que pode ser muito enriquecedora, apesar de custar um pouco mais, vale a pena pelo conhecimento de novas ideais de se relacionar com a natureza.

“Hoje existe um consenso mundial de que o turismo tem de firmar-se em quatro pilares:

· O ambiental é a principal fonte de matéria prima dos atrativos;

· O social, e aí se entende em sua abrangência, a comunidade receptora, o patrimônio histórico-cultural e a interação com os visitantes, ao mesmo tempo em que eleva o padrão de vida e a autoestima dessa comunidade;

· O econômico, com todos os inter-relacionamentos e interdependências da cadeia produtiva, permitindo sua articulação com a identificação correta de suas unidades de produção e de negócios para estabelecer uma rede de empresas a fim de atuar de forma integrada, proativa e interativa, obtendo níveis de comparatividade e produtividade para o alcance de competitividade;

· O político, que se instrumentaliza mediante estratégias de gestão que possibilitem coordenar as iniciativas locais na criação de um entorno emulativo de produção, favorecendo o desenvolvimento sustentável.

Abrangência do turismo sustentável envolve: compreensão dos impactos turísticos; distribuição justa de custos e benefícios; geração de empregos locais diretos e indiretos; fomento de negócios lucrativos; injeção de capital com consequente diversificação da economia local; interação com todos os setores e segmentos da sociedade; desenvolvimento estratégico e logístico de modais de transporte; encorajamento ao uso produtivo de terras tidas como marginais (turismo no espaço rural); subvenções para os custos de conservação ambiental.”

(MARIO CARLOS BENI, Doutor e livre docente em turismo)

Mais informações em:

· http://www.espacoacademico.com.br/037/37ebeni.htm

· http://www.atitudessustentaveis.com.b ... ue-e-turismo-sustentavel/

· http://www.ecobrasil.org.br/publique/ ... xe/sys/start.htm?tpl=home

“A consciência é a estrutura das virtudes.”
Francis Bacon

LuMaxArt2D090300160 10.    Provoque e multiplique essa consciência planetária com seus amigos e sua família. Faça parte dessa corrente, não seja um haole.

“Trabalhar com sustentabilidade
É plantar um presente que garanta a
subsistência das novas gerações
Num planeta que pede socorro e se aquece a cada dia.
Pois melhor que plantar árvores, despoluir rios,
proteger animais,
É semear a consciência de que a garantia da vida é
respeitar as fronteiras da natureza.”
Nildo Lage

Fonte: BRASIL SURF PRO
Reflexões: Araguaci
Citações: pensador.info

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  em 04-11-2010 11:00 (4226 leituras)

O evento ocorrido em Floripa no centro de convenções do Hotel Praia Mole Eco Village foi um acontecimento importante para o segmento do surfe. Várias lideranças locais, organizações engajadas com o terceiro setor, atletas profissionais, proprietários de escolas de surfe e orientadores de surfe ACES estiveram presentes e contribuíram com seus conhecimentos para somar esforços no sentido de entender o que esta acontecendo com os oceanos do planeta e como podemos agir para encontrar soluções que contribuam de forma significativa para a natureza e a sociedade.

Invertendo o cronograma, para respeitar os atletas e orientadores de surfe ACES que prestavam serviços e apoio ao campeonato BRASIL SURF PRO na Joaquina o evento foi dividido em 4 blocos:

  • Glenn Sub, consultor ambiental do BSP 2010 e diretor da ONG Surfrider Foundation Brasil, mostra a todos as ações bem sucedidos da Surfrifer Foundation Brasil e parcerias locais nas praias de Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro.
  • Roberto Vamos, representante no Brasil da ONG The Climate Project, fundada pelo prêmio Nobel da Paz Al Gore, fala sobre as mudanças que estão acontecendo nos oceanos, eventos climáticos relacionados, fauna e flora dos oceanos, lixo plástico, redução da população de fito plâncton, esbranqueamento de corais, níveis dos mares, intensidade dos furacões, flora marinha, acidificação das águas. Tudo isto está ocorrendo porque o planeta terra não está suportando este estilo de vida consumista.
  • Coffe-break para confraternização
  • Debate entre as lideranças locais com relação ao que está sendo feito e o que poderá ser melhorado pelo segmento do surfe, terceiro setor e associações locais no sentido de levar a mensagem que todos precisam se envolver mais com as questões ambientais e interagir mais com as nossas autoridades e empresários levando soluções e ideias e captando mais apoio e participação nestas causas.

A FECASURF esta desenvolvendo um planejamento ambiental para 2011 que poderá servir como modelo para todo o Brasil na organização de eventos de surfe e integração com a sociedade e os recursos naturais da praia.

A ACES já vem trabalhando forte na capacitação de seus orientadores de surfe para que o conhecimento adquirido seja multiplicado aos alunos e turistas que tem relação com as escolas de surfe ACES.

Aplicando os conceitos de SUSTENTABILIDADE na prática:

  • os blocos de anotações distribuídos no evento foram produzidos em papel reciclado pelo projeto AROEIRA
  • uma equipe de 3 dos 18 MONITORES AMBIENTAIS formados no evento da Brasil Surf PRO deram suporte na manutenção da estrutura do evento
  • a diretoria da ACES articulou na organização e parcerias com o hotel Praia Mole Eco Village

Veja mais fotos do evento...

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em 30-10-2010 12:40 (5913 leituras)

Aliança dos Surfistas

No incício do século XX um havaiano duas vezes campeão olímpico de natação, Duke Kahanamoku, popularizou o surfe. A partir de então, o esporte/cultura se espalhou pelo mundo, ganhou adeptos e admiradores em todos os cantos.

O surfe hoje é uma comunidade global multiétnica, diversificada, que fala várias línguas e tem muitas cores. Uma complexa rede planetária que intercambia culturas, conectada pelos oceanos e pela sensação de estar no mar pegando a maior onda da série.

Uma comunidade composta por atletas profissionais e praticantes de todas as idades, artistas, músicos, médicos, jornalistas, advogados, engenheiros, militantes... E também por uma indústria bilionária, mídia especializada, escolinhas e associações, organizações da sociedade civil.

A Aliança dos Surfistas visa o resgate imaterial da plena integração que o surfe proporciona com a natureza, criando laços entre percepções, experiências e propostas construídas a partir de cada localidade. Conecta atores que colaboram com a discussão, fundamentada na cultura de paz e nos princípios ecológicos, sobre uma nova e necessária visão de mundo. Cria, a partir disso, um novo conceito de relação Homem-Mar.

A Aliança dos Surfistas pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade difundi e constrói coletivamente comportamentos, pautas e práticas sustentáveis que possam ser incorporados na agenda de toda a comunidade do surfe, por todos os litorais do mundo. É uma rede de cooperação que articula pessoas e instituições da comunidade surfe na implementação de ações e processos pró-qualidade de vida. É o elo de ligação que dá sustentação, expressa e concretiza a Carta de Responsabilidades dos Surfistas.

Você pega onda e acredita que pode colaborar com mudanças positivas em nosso planeta? Então faça parte da Aliança dos Surfistas pelo Meio Ambiente e ajude a definir com idéias e práticas: Quais as responsabilidades dos surfistas no enfrentamento das mudanças ambientais globais?

Então, vamos dropar essa?

ACES esta em Surf Sustentável - Aliança dos Surfistas pelo Meio Ambiente

 

Realização:

Acesse:
ECOSURFI.org

 

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em 22-10-2010 23:20 (3085 leituras)
BRASIL SURF PRO & ACES
  
ECO ENCONTRO SURF & SUSTENTABILIDADE
  
  

 

BRASIL SURF PROABRASP
INSTITUTO ILHAS DO BRASIL

ENTRE NA ONDA CERTA,

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CREDENCIADA ACES

Surfrider Foundation
FECASURF - Federação Catarinense de SurfAssociação Catarinense de Escolas de SurfPRAIA MOLE ECO VILLAGE
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VEJA AS FOTOS DO EVENTO E RESUMO

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BRASIL SURF PRO

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ACES - Associação Catarinense das Escolas de Surf

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ACES – Associação Catarinense das escolas de Surf

www.escolasdesurf.org.br

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Caixa Postal 10.001 – Lagoa da Conceição – 88.062-970 – Florianópolis – SC

Sede à Rodovia Manoel de Menezes, 2467 – Barra da Lagoa – Florianópolis – SC

(48) 9991.3535 - Roger - Presidente

(48) 9991.0335 - Graziella - Secretária

(48) 3232.7115 - Sede ACES no Salva Surf

Escolas de Surf

 

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em 20-10-2010 13:30 (2541 leituras)

A causa pela qual a comunidade da Lagoa da Conceição, Florianópolis (SC), luta há algum tempo - a criação do Parque da Lagoa - corre risco de ser definitivamente sepultada.

A Lagoa da Conceição, principal bairro da ilha de Florianópolis, está prestes a decretar falência urbana.

No último dia 1 de outubro, complementando a devastação de quase todo o bosque que havia na região (à margem da estrada geral do Canto), tratores e máquinas fizeram a limpa na vegetação baixa.

Ao lado do Posto BR, na Avenida Afonso Delambert Neto, três placas comunicam a expedição das licenças ambientais. 

No domingo de eleição (3/10), asas-deltas e parapentes cobriam o céu da Lagoa. Por ironia, pousavam do lado das placas. Podem ter sido os últimos voos desta tradição esportiva, cultural e turística da cidade, reconhecida internacionalmente e cultivada há mais de 30 anos. Sem espaço para pouso, lamentavelmente, o vôo livre da Lagoa está condenado.

O Parque da Lagoa é reivindicação antiga da comunidade, mas teve esforço concentrado de um ano e meio para cá. Simples cidadãos conscientes, pais e mães de família, jovens e idosos, além de empresários e comerciantes, artistas e representantes de entidades comunitárias, empresariais, esportivas, culturais ou de movimentos ambientais da bacia hidrográfica da Lagoa da Conceição, entenderam a importância da criação do parque para a coletividade e abraçaram a causa.

Este movimento espontâneo, voluntário e acima da política, culminou em representação às autoridades constituídas do Município e do Estado.

Nos dirigimos, principalmente, ao prefeito do município. O único que pode decretar a desapropriação da área que restou do "Vassourão". Metade já foi transformada em um empreendimento imobiliário comercial.

Ao todo, 53 organizações assinam a representação. Fundamentado em diversas leis, a começar pela Constituição Federal e o Estatuto da Cidade, justificamos o pleito e exigimos providências. Além do Prefeito, receberam o documento protocolado: a Câmara dos Vereadores, a Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano/PMF, o Ministério Público Estadual e Federal - com pedido de acompanhamento à OAB/SC – entre outras entidades do poder público. 

Somente o Ministério Público Federal, através da Procuradora da República Analúcia Hartmann, nos deu atenção e reconheceu a legitimidade da reivindicação pública e comunitária. Questionar o destino do bairro em que vivemos é um direito que deve ser respeitado, mas não está sendo. A omissão, ou conivência, é simplesmente vergonhosa.

Pedindo a suspensão das licenças ambientais e exigindo novos estudos, a representante do Ministério Público Federal deu fôlego à luta. 

Mas agora, não sei ainda de que forma, sem querer qualquer diálogo com a comunidade, a empresa dona do imóvel ligou as máquinas e partiu para limpar de vez o terreno. O objetivo é dar início às obras de um novo empreendimento: um conglomerado de prédios no estilo do bairro Kobrasol, localizado na Grande Florianópolis.  

A chama ficou pequena, mas ainda não apagou. Se nos unirmos em uma mobilização permanente e crescente, acredito que ainda é possível reverter a situação. Ao menos ganhar uma sobrevida, suspendendo pelo Judiciário toda e qualquer obra no local antes que seja feito o Estudo de Impacto de Vizinhança, conforme exigido pela Procuradora Analúcia Hartmann. Isso significa ouvir a comunidade em audiência pública específica.

Pessoalmente, além de ingressar com medidas judiciais cabíveis e de pedir socorro através da mídia, tento mobilizar as pessoas para usarem as armas que têm. No caso, a internet figura como principal forma de comunicação. 

Por isso, peço encarecidamente a cada um que estiver lendo esse texto: reenvie essa mensagem aos seus amigos. Muitos possuem mailings extremamente importantes em quantidade e qualidade de contatos. Há muitas idéias que podem ser colocadas em prática. Vamos à luta antes que nos reste lamentar.

 

Autor: André Motta em 18/10/10

Fonte: WAVES

Link: http://waves.terra.com.br/surf/noticia/lagoa-pede-socorro/43872

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em 08-09-2010 23:00 (2564 leituras)

53 DICAS PRÁTICAS PARA VOCÊ ECONOMIZAR ENERGIA E PROTEGER O PLANETA

1. Tampe suas panelas enquanto cozinha
Parece obvio, não é? E é mesmo! Ao tampar as panelas enquanto cozinha, você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar.

2. Use uma garrafa térmica com água gelada
Compre daquelas garrafas térmicas de acampamento, de 2 ou 5 litros. Abasteça-a de água bem gelada com uma bandeja de cubos de gelo pela manhã. Você terá água gelada até a noite e evitará o abre-fecha da geladeira toda vez que alguém quiser beber um copo de água

3. Aprenda a cozinhar em panela de pressão
Acredite… dá pra cozinhar tudo em panela de pressão: Feijão, arroz, macarrão, carne, peixe etc… Muito mais rápido e economizando 70% de gás.

4. Cozinhe com fogo mínimo
Se você não faltou às aulas de física no 2º grau, você sabe: Não adianta, por mais que você aumente o fogo, sua comida não vai cozinhar mais depressa, pois a água não ultrapassa 100ºC em uma panela comum. Com o fogo alto, você vai é queimar sua comida.

5. Antes de cozinhar, retire da geladeira todos os ingredientes de uma só vez
Evite o abre-fecha da geladeira toda vez que seu cozido precisar de uma cebola, uma cenoura, etc…

6. Coma menos carne vermelha
A criação de bovinos é um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa. Não é piada. Você já sentiu aquele cheiro pavoroso quando você se aproximou de alguma fazenda/criação de gado? Pois é: É metano, um gás inflamável, poluente e megafedorento. Além disso, a produção de carne vermelha demanda uma quantidade enorme de água. Para você ter uma ideia: Para produzir 1 kg de carne vermelha é necessário 200 litros de água potável. O mesmo quilo de frango só consome 10 litros.

7. Não troque o seu celular
Já foi tempo que celular era sinal de status. Hoje em dia qualquer pessoa tem. Trocar por um mais moderno para tirar onda? Ninguém se importa. Fique com o antigo, pelo menos enquanto estiver funcionando perfeitamente ou em bom estado. Se o problema é a bateria, considere o custo/benefício trocá-la e descartá-la adequadamente, encaminhando-a a postos de coleta. Celulares trouxeram muita comodidade à nossa vida, mas utilizam de derivados de petróleo em suas peças e metais pesados em suas baterias. Além disso, na maioria das vezes sua produção é feita utilizando mão de obra barata em países em desenvolvimento. Utilize seus gadgets até o final da vida útil deles, lembre-se de que eles certamente não foram nada baratos.

8. Compre um ventilador de teto

Nem sempre faz calor suficiente pra ser preciso ligar o ar condicionado. Na maioria das vezes um ventilador de teto é o ideal para refrescar o ambiente, gastando 90% menos energia. Combinar o uso dos dois também é uma boa ideia. Regule seu ar condicionado para o mínimo e ligue o ventilador de teto.

9. Use somente pilhas e baterias recarregáveis
É certo que são caras, mas ao uso em médio e longo prazo elas se pagam com muito lucro. Duram anos e podem ser recarregadas em média 1000 vezes.

10. Limpe ou troque os filtros o seu ar condicionado
Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na atmosfera por ano.

11. Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes
Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente. Assim, você economizará 136 quilos de gás carbônico anualmente.

12. Escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético
Procure por aparelhos com o selo do Procel (no caso de nacionais) ou Energy Star (no caso de importados).

13. Não deixe seus aparelhos em standby
Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico. A função de standby de um aparelho usa cerca de 15% a 40% da energia consumida quando ele está em uso.

14. Mude sua geladeira ou freezer de lugar
Ao colocá-los próximos ao fogão, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Mantenha-os afastados pelos menos 15cm das paredes para evitar o superaquecimento. Colocar roupas e tênis para secar atrás deles então, nem pensar!

15. Descongele geladeiras e freezers antigos a cada 15 ou 20 dias
O excesso de gelo reduz a circulação de ar frio no aparelho, fazendo que gaste mais energia para compensar. Se for o caso, considere trocar de aparelho. Os novos modelos consomem até metade da energia dos modelos mais antigos, o que subsidia o valor do eletrodoméstico a médio/longo prazo.

16. Use a máquina de lavar roupas/louça só quando estiverem cheias
Caso você realmente precise usá-las com metade da capacidade, selecione os modos de menor consumo de água. Se você usa lava-louças, não é necessário usar água quente para pratos e talheres pouco sujos. Só o detergente já resolve.

17. Retire imediatamente as roupas da máquina de lavar quando estiverem limpas
As roupas esquecidas na máquina de lavar ficam muito amassadas, exigindo muito mais trabalho e tempo para passar e consumindo assim muito mais energia elétrica

18. Tome banho de chuveiro
E de preferência, rápido. Um banho de banheira consome até quatro vezes mais energia e água que um chuveiro.

19. Use menos água quente
Aquecer água consome muita energia. Para lavar a louça ou as roupas, prefira usar água morna ou fria.

20. Pendure ao invés de usar a secadora
Você pode economizar mais de 317 quilos de gás carbônico se pendurar as roupas durante metade do ano ao invés de usar a secadora.3

21. Nunca é demais lembrar: recicle Recicle no trabalho e em casa

Se a sua cidade ou bairro não tem coleta seletiva, leve o lixo até um posto de coleta. Existem vários na rede Pão de Açúcar. Lembre-se de que o material reciclável deve ser lavado (no caso de plásticos, vidros e metais) e dobrado (papel).

22. Faça compostagem
Cerca de 3% do metano que ajuda a causar o efeito estufa é gerado pelo lixo orgânico doméstico. Aprenda a fazer compostagem: além de reduzir o problema, você terá um jardim saudável e bonito.

23. Reduza o uso de embalagens
Embalagem menor é sinônimo de desperdício de água, combustível e recursos naturais. Prefira embalagens maiores, de preferência com refil. Evite ao máximo comprar água em garrafinhas, leve sempre com você a sua própria.

24. Compre papel reciclado
Produzir papel reciclado consome de 70 a 90% menos energia do que o papel comum, e poupa nossas florestas.

25. Utilize uma sacola para as compras
Sacolinhas plásticas descartáveis são um dos grandes inimigos do meio-ambiente. Elas não apenas liberam gás carbônico e metano na atmosfera, como também poluem o solo e o mar. Quando for ao supermercado, leve uma sacola de feira ou suas próprias sacolinhas plásticas.

26. Plante uma árvore
Uma árvore absorve uma tonelada de gás carbônico durante sua vida. Plante árvores no seu jardim ou inscreva-se em programas como o SOS Mata Atlântica ou Iniciativa Verde.

27. Compre alimentos produzidos na sua região
Fazendo isso, além de economizar combustível, você incentiva o crescimento da sua comunidade, bairro ou cidade.

28. Compre alimentos frescos ao invés de congelados
Comida congelada além de mais cara, consome até 10 vezes mais energia para ser produzida. É uma praticidade que nem sempre vale a pena.

29. Compre orgânicos
Por enquanto, alimentos orgânicos são um pouco mais caros pois a demanda ainda é pequena no Brasil. Mas você sabia que, além de não usar agrotóxicos, os orgânicos respeitam os ciclos de vida de animais, insetos e ainda por cima absorvem mais gás carbônico da atmosfera que a agricultura ‘tradicional’? Se toda a produção de soja e milho dos EUA fosse orgânica, cerca de 240 bilhões de quilos de gás carbônico seriam removidos da atmosfera. Portanto, incentive o comércio de orgânicos para que os preços possam cair com o tempo.

30. Ande menos de carro
Use menos o carro e mais o transporte coletivo (ônibus, metrô) ou o limpo (bicicleta ou a pé). Se você deixar o carro em casa 2 vezes por semana, deixará de emitir 700 quilos de poluentes por ano.

31. Não deixe o bagageiro vazio em cima do carro
Qualquer peso extra no carro causa aumento no consumo de combustível. Um bagageiro vazio gasta 10% a mais de combustível, devido ao seu peso e aumento da resistência do ar.

32. Mantenha seu carro regulado
Calibre os pneus a cada 15 dias e faça uma revisão completa a cada seis meses, ou de acordo com a recomendação do fabricante. Carros regulados poluem menos. A manutenção correta de apenas 1% da frota de veículos mundial representa meia tonelada de gás carbônico a menos na atmosfera.

33. Lave o carro a seco
Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a lavagem tradicional, que desperdiça centenas de litros a cada lavagem. Procure no seu posto de gasolina ou no estacionamento do shopping.

34. Quando for trocar de carro, escolha um modelo menos poluente
Apesar da dúvida sobre o álcool ser menos poluente que a gasolina ou não, existem indícios de que parte do gás carbônico emitido pela sua queima é reabsorvida pela própria cana de açúcar plantada. Carros menores e de motor 1.0 poluem menos. Em cidades como São Paulo, onde no horário de pico anda-se a 10km/h, não faz muito sentido ter carros grandes e potentes para ficar parados nos congestionamentos.

35. Use o telefone ou a Internet
A quantas reuniões de 15 minutos você já compareceu esse ano, para as quais teve que dirigir por quase uma hora para ir e outra para voltar? Usar o telefone ou skype pode poupar você de stress, além de economizar um bom dinheiro e poupar a atmosfera.

36. Voe menos, reúna-se por videoconferência
Reuniões por videoconferência são tão efetivas quanto as presenciais. E deixar de pegar um avião faz uma diferença significativa para a atmosfera.

37. Economize CDs e DVDs
CDs e DVDs sem dúvida são mídias eficientes e baratas, mas você sabia que um CD leva cerca de 450 anos para se decompor e que, ao ser incinerado, ele volta como chuva ácida (como a maioria dos plásticos)? Utilize mídias regraváveis, como CD-RWs, drives USB ou mesmo e-mail ou FTP para carregar ou partilhar seus arquivos. Hoje em dia, são poucos arquivos que não podem ser disponibilizados virtualmente ao invés de em mídias físicas.

38. Proteja as florestas
Por anos os ambientalistas foram vistos como ‘eco-chatos’. Mas em tempos de aquecimento global, as árvores precisam de mais defensores do que nunca. O papel delas no aquecimento global é crítico, pois mantém a quantidade de gás carbônico controlada na atmosfera.

39. Considere o impacto de seus investimentos
O dinheiro que você investe não rende juros sozinho. Isso só acontece quando ele é investido em empresas ou países que dão lucro. Na onda da sustentabilidade, vários bancos estão considerando o impacto ambiental das empresas em que investem o dinheiro dos seus clientes. Informe-se com o seu gerente antes de escolher o melhor investimento para você e o meio ambiente.

40. Informe-se sobre a política ambiental das empresas que você contrata
Seja o banco onde você investe ou o fabricante do shampoo que utiliza, todas as empresas deveriam ter políticas ambientais claras para seus consumidores. Ainda que a prática esteja se popularizando, muitas empresas ainda pensam mais nos lucros e na imagem institucional do que em ações concretas. Por isso, não olhe apenas para as ações que a empresa promove, mas também a sua margem de lucro alardeada todos os anos. Será mesmo que eles estão colaborando tanto assim?

41. Desligue o computador
Muita gente tem o péssimo hábito de deixar o computador de casa ou da empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, às vezes simplesmente por comodidade. Desligue o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilizá-lo e o monitor por até quinze minutos.

42. Considere trocar seu monitor
O maior responsável pelo consumo de energia de um computador é o monitor. Monitores de LCD são mais econômicos, ocupam menos espaço na mesa e estão ficando cada vez mais baratos. O que fazer com o antigo? Doe a instituições como o Comitê para a Democratização da Informática.

43. No escritório, desligue o ar condicionado uma hora antes
do final do expediente Num período de 8 horas, isso equivale a 12,5% de economia diária, o que equivale a quase um mês de economia no final do ano. Além disso, no final do expediente a temperatura começa a ser mais amena.

44. Não permita que as crianças brinquem com água
Banho de mangueira, guerrinha de balões de água e toda sorte de brincadeiras com água são sem dúvida divertidas, mas passam a equivocada ideia de que a água é um recurso infinito, justamente para aqueles que mais precisam de orientação, as crianças. Não deixe que seus filhos brinquem com água, ensine a eles o valor desse bem tão precioso.

45. No hotel, economize toalhas e lençois
Use o bom senso… Você realmente precisa de uma toalha nova todo dia? Você é tão imundo assim? Em hotéis, o hóspede tem a opção de não ter as toalhas trocadas diariamente, para economizar água e energia. Trocar uma vez a cada 3 dias já está de bom tamanho. O mesmo vale para os lençóis!

46. Participe de ações virtuais
A Internet é uma arma poderosa na conscientização e mobilização das pessoas. Um exemplo é o site ClickÁrvore, que planta árvores com a ajuda dos internautas. Informe-se e aja!

47. Instale uma válvula na sua descarga
Instale uma válvula para regular a quantidade de água liberada no seu vaso sanitário: mais quantidade para o número 2, menos para o número 1!

48. Não peça comida para viagem
Se você já foi até o restaurante ou à lanchonete, que tal sentar um pouco e curtir sua comida ao invés de pedir para viagem? Assim você economiza as embalagens de plástico e isopor utilizadas.

49. Regue as plantas à noite
Ao regar as plantas à noite ou de manhãzinha, você impede que a água se perca na evaporação, e também evita choques térmicos que podem agredir suas plantas.

50. Frequente restaurantes naturais/orgânicos
Com o aumento da consciência para a preservação ambiental, uma gama enorme de restaurantes naturais, orgânicos e vegetarianos está se espalhando pelas cidades. Ainda que você não seja vegetariano, experimente os novos sabores que essa onda verde está trazendo e assim estará incentivando o mercado de produtos orgânicos, livres de agrotóxicos e menos agressivos ao meio-ambiente.

51. Vá de escada
Para subir até dois andares ou descer três, que tal ir de escada? Além de fazer exercício, você economiza energia elétrica dos elevadores.

52. Faça sua voz ser ouvida pelos seus representantes
Use a Internet, cartas ou telefone para falar com os seus representantes em sua cidade, estado e país. Mobilize-se e certifique-se de que os seus interesses – e de todo o planeta – sejam atendidos.

53. Divulgue essa lista!
Envie essa lista por e-mail para seus amigos, divulgue o link do post no seu blog ou orkut, reproduza-a livremente, e, quando possível, cite a fonte. O planeta agradece!


Fonte: http://www.todosjuntospeloplaneta.com.br/ 

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em 06-09-2010 22:30 (8101 leituras)

Pranchas de surf são feitas de agave e não poluem

Feitas de maneira artesanal, produtos duram mais tempo que pranchas convencionais. As pranchas com madeira de agave são mais sustentáveis e duram mais tempo.

Para quem quer aliar o surf e a sustentabilidade, já existem no mercado modelos de pranchas completamente sustentáveis. É o caso das pranchas da Agave Hunter, feitas com madeira de agave reaproveitadas.

As pranchas normais liberam várias substâncias tóxicas, tanto no processo de produção como no descarte do produto.


Foto: Agave Hunters

http://www.agavehunter.com.br/

A inciativa foi do oceanógrafo e surfista Marcelo Ulysséa com a engenheira ambiental Marcella Silvestro. Após entrar em contato com a técnica nos EUA, Marcelo voltou para Santa Catarina e começou a fabricar algumas peças. Como a agave é uma matéria-prima disponível, apresentaram um projeto e foram contemplados com uma bolsa de apoio à pesquisa, o que permitiu que a fábrica fosse aberta.

Voltar no tempo e sentir as mesmas sensações dos pioneiros do surf, que encaravam as ondas utilizando pranchas de madeira.

Com o objetivo de diminuir os passivos ambientais, as pranchas da Agave Hunter Wood Blanks utilizam tecnologia atual, oferecem os mesmos atrativos das pranchas convencionais como peso reduzido, performance e manobrabilidade, além de proporcionar satisfação, prazer e o aumento da consciência ecológica através da prática do "esporte sustentável".

No final do seu ciclo de vida, a Agave, planta comum na América, solta um pendão floral com sementes. Depois, a planta seca até morrer. Essa madeira é então retirada e usada nas pranchas.

Como a madeira já está morta, não há desmatamento no processo. Depois de ser secado e prensado, o material passa por um processo para receber o formato da prancha. Por fim, é passado uma resina para que o material fique impermeável. A Agave Hunter já está testando inclusive resinas naturais, como as de mamona.

Para o esporte, a performace do produto se equipara às normais.

“É igual às das pranchas convencionais, apesar do peso da madeira ser um pouco maior que o do poliuretano, mas a madeira tem maior flutuação, contrabalançando assim a questão do peso”, comenta Marcella.

A durabilidade das peças é maior que as normais. As de resina duram em média dois anos, enquanto as de madeira chegam a durar 10 anos. Os preços podem variar entre R$ 1500 e R$ 3500. 

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em 07-08-2010 17:40 (3128 leituras)

Reciclando uma prancha. Teaser - Roots Time

Trailer do filme Roots Time, que mostra todas as etapas do processo de reciclagem de uma prancha e surf, realizada pelo shaper Felipe Siebert. Filmado em Florianópolis e no Farol de Santa Marta (SC), o filme traz ainda cenas de ação com os surfistas profissionais Junior Faria e Jerônimo Vargas testando a nova prancha.

Movie trailer of Roots Time, a production showing all the steps involved in the recycling of a surfboard, by shaper Felipe Siebert. Filmed in Florianópolis and Farol de Santa Marta (SC), the production also presents some action shots with brazilian pro surfers Junior Faria and Jeronimo Vargas testing the new surfboard.

Camera: Canon T2i
Film: Luciano Burin / Felipe Siebert
Edit: Fábio Siebert / Felipe Siebert
Music: "..." Fábio Siebert

 

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em 13-07-2010 23:19 (1841 leituras)
Guerreiros do Recorde Foto: Eduardo Werner/AtalaiaClickSurf
Pódio da Longboard
Gabriel Vitorino venceu na longboard
Pódio da Feminino
Fernanda campeã na Feminino.
Pódio da Open
Mauricio Queijinho campeão da Open
Galera da ASPI

2º Superação nas ondas estabelece novo recorde

A Associação Escola de Surf Amigos da Atalaia e a Associação de Surf Praias de Itajaí (ASPI), realizaram domingo dia 27 de junho na praia do Atalaia o ” 2º SUPERAÇÃO NAS ONDAS em comemoração aos 150 anos de Itajaí, com quebra de recorde de Deficientes Visuais surfando uma mesma onda”.

Foi um evento antológico para a cidade de Itajaí, muita gente na praia e a expectativa de todos eram para a quebra do recorde de Deficientes Visuais surfando uma mesma onda, que até então era de sete surfistas. Por volta das 11h o evento foi interrompido e os portadores de necessidades especiais foram pra água.

Após várias tentativas veio o êxito, oito surfistas conseguiram ficar em pé numa mesma onda e um novo recorde foi estabelecido, foram eles: Fig, Marcelo Werner, Val, Matheus, Rosenilda Ribeiro, Jair, Eduarda Zimermann e Rodrigo Lima, Carlos Alberto participou de todo o evento, foi pra água mais não conseguiu ficar em pé ao mesmo tempo dos amigos, mais está de parabéns pela determinação.

Tivemos também competições nas categorias Longboard Open, Surf Open e feminino.

Na feminino a campeã foi Fernanda Espíndola que sobrou durante a final e ficou com o título, seguida de perto pela local de Bal.Camboriu, Barbara Orsi.

Na categoria Longboard a briga foi boa nas ondas do Atalaia, mas com total controle do seu pranchão e manobras clássicas o jovem Gabriel Vitorino de Balneário Camboriú faturou o evento.

Já na categoria Open Surf o local Maurício Queijinho andou muito nas marolas do meio do atalaia e ficou no lugar mais alto do pódio.

Vale ressaltar o grande esforço de toda galera da ASPI , com o comando do Juliano Seco para realizar mais um grande evento, juntamente com o grande Jailson Fernandes, que está a frente da sub-prefeitura do bairro Fazenda; não medindo esforços para viabilizar esse evento!

O evento foi em comemoração aos 150 anos da cidade de Itajaí completados no último dia 15, agradecemos a todos os participantes e apoiadores e salve o surf e essas pessoas que mostraram o quanto a vida é boa!!

REALIZAÇÃO:

ASSOCIAÇÃO ESCOLA DE SURF AMIGOS DA ATALAIA; ASSOCIAÇÃO DE SURF PRAIAS DE ITAJAÍ

APOIO:

PREFEITURA DE ITAJAÍ - FMEL, COORDENADORIA DE ATENDIMENTO AO CIDADÃO FAZENDA, AGUA RARA, JUNÇÃO, PADANG PADANG SURF SHOP, PARAFINA SURF E SKATE , ATALAIACLICKSURF, INSCREEN E PETISCARIA DO KAO.

DIVULGAÇÃO:

ATALAIACLICKSURF, QUERSURFAR,WAVES; PENOBICO; BLOGDOBOY e RÁDIO UNIVALI FM 94,9.

Resultado geral:


Longboard

1º Gabriel Vitorino
2º Robson Santos
3º Jailson Fernandes
4º Carlos Negs

Feminino

1º Fernanda Espíndola
2º Barbara Orsi
3º Vitória de Sá
4º Bruna Saccon

Open Surf

1º Maurício Queijinho
2º Alan Barbosa
3º Rodrigo Cutelo
4º Ricardo Porciuncula

Fonte: www.atalaiaclicksurf.com.br

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em 03-05-2010 23:10 (3241 leituras)

Trabalho de Conclusão do Curso de Design Industrial de Bruno Corrêa de Araújo, apresentado ao Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina, como pré-requisito para a obtenção de grau de bacharel, sob orientação do Professor Douglas Ladik Antunes (Professor do Departamento de Design / CEART / UDESC).

Veja matéria completa no blog A Flora Itamambuca - Pranchas de Surf de Madeira

 

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